domingo, 21 de janeiro de 2018

HISTÓRIA DA CIDADE DE CURITIBA, PR

APRESENTAÇÃO

Conheci,  de passagem, a cidade de Curitiba em 1968, quando morávamos em Alumínio, SP e fomos visitar familiares na cidade de Castro. O trajeto foi o seguinte: Alumínio a São Paulo; São Paulo a Curitiba e desta a Castro, sempre de ônibus.
No entanto, devido ter outros parentes residindo na pequena e bela cidade da região metropolitana chamada Balsa Nova, estivemos em Curitiba mais algumas vezes acompanhando nossa tia Irene, que passou por tramento médico em um dos hospitais de Curitiba.
Pretendemos um dia conhecer a cidade para valer. Não sabemos quando e nem como. Deus proverá.
Enquanto isso, vamos conhecer um pouco dessa que é uma cidade modelo em nosso país.


 ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL


- Poder Executivo:


Prefeitura Municipal

Rafael Greca
Prefeito

Eduardo Pimentel
Vice-Prefeito
- Poder Legislativo



Câmara Municipal


Mesa Diretora

A HISTÓRIA
“Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os "apelos de paz, quietação e bem comum do povo", promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba. 
ORIGEM DO NOME
A mudança do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho, hoje nome de praça na cidade. Ele foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, iniciando uma tradição pela qual Curitiba hoje é reconhecida internacionalmente.
Já naquela época, o ouvidor determinou aos habitantes que tivessem determinados cuidados com a natureza. O corte de árvores, por exemplo, só poderia ser feito em áreas delimitadas. E os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro (hoje Rio Belém), a fim de evitar o banhado em frente à igreja matriz. O ouvidor Pardinho estabeleceu também que as casas não poderiam ser construídas sem autorização da Câmara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas já iniciadas teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade.
Esquecida pelos governantes da Capitania de São Paulo, Curitiba passou por um período de extrema pobreza. A prosperidade só viria a partir de 1812, com o tropeirismo. Ponto estratégico do caminho do Viamão a São Paulo e às Minas Gerais, o povoado viu crescer o comércio com a passagem dos tropeiros.
O aluguel de fazendas para as invernadas transferia os habitantes do campo para o povoado. Surgiram lojas, armazéns e escritórios de negócios ligados ao transporte de gado. Junto com o desenvolvimento, em 1853 foi conquistada a emancipação do Paraná. Curitiba se tornou capital, dona de seu destino.
Curitiba é uma palavra de origem Guarani: kur yt yba quer dizer "grande quantidade de pinheiros, pinheiral", na linguagem dos índios, primeiros habitantes do território. Nos primórdios da ocupação humana, as terras onde hoje está Curitiba apresentavam grande quantidade de Araucaria angustifolia, o pinheiro-do-Paraná. A árvore adulta tem a forma de uma taça. Sua semente é o pinhão, fonte de proteína e alimento de grande consumo, in natura ou como ingrediente da culinária regional paranaense. O pinhão servia de alimento a um pássaro também encontrado em grande quantidade no começo da ocupação do território: a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus). De corpo azulado e cabeça preta, a gralha-azul, diz uma lenda, colhia o pinhão com o bico e o enterrava no solo para consumo posterior. Desses pinhões enterrados acabavam nascendo novos pinheiros.”
A CIDADE

Curitiba é a capital do Paraná, um dos três Estados que compõem a Região Sul do Brasil. Sua fundação oficial data de 29 de março de 1693, quando foi criada a Câmara.
No século XVII, sua principal atividade econômica era a mineração, aliada à agricultura de subsistência.O ciclo seguinte, que perdurou pelos séculos XVIII e XIX, foi o da atividade tropeira, derivada da pecuária. Tropeiros eram condutores de gado que circulavam entre Viamão, no Rio Grande do Sul, e a Feira de Sorocaba, em São Paulo, conduzindo gado cujo destino final eram as Minas Gerais. O longo caminho e as intempéries faziam com que os tropeiros fizessem invernadas, à espera do fim dos invernos rigorosos, em fazendas como as localizadas nos "campos de Curitiba". Aos tropeiros se devem costumes como o fogo de chão para assar a carne e contar "causos", a fala escandida - o sotaque leitE quentE -, o chimarrão (erva-mate com água quente, na cuia, porque os índios a utilizavam na forma de tererê, com água fria), o uso de ponchos de lã, a abertura de caminhos e a formação de povoados.
No final do século XIX, com o ciclo da erva-mate e da madeira em expansão, dois acontecimentos foram bem marcantes: a chegada em massa de imigrantes europeus e a construção da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ligando o Litoral ao Primeiro Planalto paranaense.
Os imigrantes - europeus e de outros continentes -, ao longo do século XX, deram nova conotação ao cotidiano de Curitiba. Seus modos de ser e de fazer se incorporaram de tal maneira à cidade que hoje são bem curitibanas festas cívicas e religiosas de diversas etnias, dança, música, culinária, expressões e a memória dos antepassados. Esta é representada nos diversos memoriais da imigração, em espaços públicos como parques e bosques municipais.
A "mítica imigrante do trabalho" (observação do poeta Paulo Leminski, falecido no século passado) aliada a gestões municipais sem quebra de continuidade, acabou criando uma Curitiba planejada - e premiada internacionalmente, em gestão urbana, meio ambiente e transporte coletivo.
A capital do Estado do Paraná, formada num altiplano 934 metros acima do nível do mar, carente de marcos de paisagem oferecidos pela natureza, acabou criando suas principais referências pela ciência e pela mão humana.
No século XX, no cenário da cidade planejada, a indústria se agregou com força ao perfil econômico antes embasado nas atividades comerciais e do setor de serviços. A cidade enfrentou, especialmente nos anos 1970, a urbanização acelerada, em grande parte provocada pelas migrações do campo, oriundas da substituição da mão-de-obra agrícola pelas máquinas.
Curitiba enfrenta agora o desafio de grande metrópole, onde a questão urbana é repensada sob o enfoque humanista de que a cidade é primordialmente de quem nela vive. Seu povo, um admirável cadinho que reuniu estrangeiros de todas as partes do mundo e brasileiros de todos os recantos, ensina no dia-a-dia a arte do encontro e da convivência. Curitiba renasce a cada dia com a esperança e o trabalho nas veias, como nas alvoradas de seus pioneiros.

DADOS DA CIDADE DE CURITIBA
Altitude:
945 m
Área:
434,967 km²
Área verde por habitante:
51 m²
Bairros:
75
Clima:
Subtropical
Extensão Norte-Sul:
35 Km
Extensão Leste-Oeste:
20 Km
Fuso Horário:
Brasília (UTC-3)
Gentílico:
curitibano
Latitude:
25º25'48'' Sul
Longitude:
49º16'15'' Oeste
Pluviosidade:
1500 mm/ano
População:
1.851.215 habitantes (IBGE/2009)
Relevo:
Levemente ondulado
Temperatura média no verão:
21 ºC
Temperatura média no inverno:
13 ºC


Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/perfil-da-cidade-de-curitiba/174

REGIÃO METROPOLITANA


Nos últimos 30 anos, Curitiba esteve voltada para o seu planejamento urbano. Hoje, enquanto outras cidades se preocupam em estruturar seus planos diretores, a capital do Paraná avança no sentido de estender seus serviços e soluções à sua Região Metropolitana. É assim com o transporte coletivo, que já chega a 13 cidades vizinhas, e com a coleta seletiva de lixo, já adotada por 14 prefeituras.
Curitiba tem seu território de 432 km² quase totalmente ocupado, o que leva a Prefeitura a planejar e implantar ações sob um enfoque metropolitano, com o objetivo de manter e ampliar o padrão de qualidade de vida já conquistado.
Formada por 26 municípios, incluindo a capital, com uma população de 3.261.168 habitantes (estimativa IBGE/2006), a Região Metropolitana de Curitiba experimentou uma taxa de crescimento de 3,4% de 2000 a 2006 (4,6% sem contar Curitiba). Seu PIB em 2003, segundo o IBGE, foi de R$ 32,7 bilhões, sinalizando o maior ciclo de crescimento de sua história.
Curitiba consolida sua posição de centro de atração e irradiação de tecnologia de vanguarda, ao mesmo tempo que descentraliza os investimentos. Prova disso é que indústrias de expressão na geração de empregos estão localizadas em outros municípios: São José dos Pinhais é sede da Renault e da Audi/Volks, e Fazenda Rio Grande abriga a Electrolux.
A Secretaria Especial de Assuntos Metropolitanos faz o elo entre Curitiba e as outras 25 administrações, fornecendo assessoria aos municípios. Os vizinhos, até agora, praticavam políticas isoladas, embora muitos de seus problemas sejam comuns e dependam de ações conjuntas.
A integração metropolitana retoma uma tradição curitibana de antecipar soluções a problemas ambientais e urbanos, como nas décadas de 70 e 80. Naquele período, marcado por índices de expansão demográfica de até 5,7% ao ano, a capital consolidou-se como referência mundial em infra-estrutura urbana, em transporte coletivo, em cuidados ambientais e em atendimento social.
Segundo o IBGE, a taxa anual de crescimento da Região Metropolitana é de 3,02 % - superior, portanto, à média de 1,53% ao ano verificada nos demais centros urbanos do País.

Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/regiao-metropolitana-de-curitiba/186








MEIO AMBIENTE

Curitiba tem um dos melhores índices de áreas verdes do País: 52 metros quadrados por habitante, totalizando aproximadamente 82 milhões de m². Ao percorrer as trilhas e atrações das áreas verdes da cidade, é possível imaginar a importância, para a população, dos cuidados com o meio ambiente. Os 30 parques e bosques são o resultado mais visível de uma série de medidas públicas tomadas ao longo do tempo. Algumas se revestem de especial significado.
Nos anos 1970, por exemplo, muitos vazios urbanos poderiam ter sido loteados para moradia, o que representaria lucro imobiliário imediato, mas, provavelmente, uma futura "fábrica de enchentes". A opção, com visão estratégica, foi criar reservas de verde, em parques e bosques que unem as funções de preservação ambiental, saneamento, esporte e lazer.
Alguns parques são lineares, ou seja, existem à medida que diversos deles se unem, ao longo dos grandes rios e em fundos de vale. Funcionam como barreiras naturais para impedir a ocupação indevida dessas áreas, sujeitas a enchentes, e para livrar os rios e córregos da degradação (como sua transformação em depósitos de lixo). Os lagos formados em alguns parques contêm naturalmente as enchentes porque funcionam como reguladores da vazão de suas águas.
A coleta do lixo reciclável, a compra do lixo e o sistema de deposição dos resíduos, no Aterro Sanitário da Caximba, chamaram a atenção da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1990. Naquele ano, Curitiba recebeu o United Nations Environment Program (Unep), prêmio máximo na área de meio ambiente.
Contemporaneamente, os programas de separação domiciliar e coleta seletiva de lixo reciclável vêm sendo pensados e aplicados também por alguns municípios vizinhos, em uma atitude de metrópole – porque gente não tem fronteiras - reforçada pela legislação e sua fiscalização, por órgãos das três esferas de poder público.
O interesse da população em preservar o meio ambiente aumenta na mesma proporção dos benefícios gerados pelos programas ambientais. O Câmbio Verde, por exemplo, troca lixo reciclável por sacolas de hortifrutigranjeiros de época, em pontos fixos da periferia de Curitiba. Outra iniciativa importante é o Olho d’Água, programa de educação ambiental com participação comunitária, especialmente de estudantes da rede municipal de ensino. É uma grande parceria para monitorar a qualidade da água das bacias hidrográficas dos principais rios que cortam Curitiba.

Do simples plantio de árvores a todo o complexo de produção vegetal, do pequeno jardinete ao parque gigantesco, da atitude de Se-Pa-Rar o lixo em casa até a transformação de plástico, lata e papel em novos produtos, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente se empenha em preservar e melhorar o espaço de vida coletivo dos curitibanos, por uma vida com mais qualidade e com um olhar generoso na direção das gerações futuras.








TURISMO

"A Linha Turismo é uma linha de ônibus especial, que circula nos principais pontos turísticos de Curitiba. Com ela, é possível conhecer os parques, praças e atrações da cidade.
Considerada uma das melhores do país, a Linha circula a cada 30 minutos, percorrendo aproximadamente 44 km em cerca de 2 horas e meia. O roteiro começa na Praça Tiradentes mas é possível iniciar o trajeto em qualquer um dos pontos. Para embarcar você compra uma cartela com 5 tíquetes e tem direito a um embarque e 4 reembarques. Os veículos são equipados com sistema de som para fornecer informações gravadas sobre os locais visitados em três idiomas - português, inglês e espanhol.
Conheça a Linha Turismo e tenha um belo passeio pelos pontos turísticos de Curitiba!
*CONSULTE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO E VISITAÇÃO DOS PARQUES/MUSEUS: FONE 156
Locais de Embarque e Horários da Linha Turismo
1. PRAÇA TIRADENTES
Marco zero da cidade, é dominada pela Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz, em estilo gótico, restaurada em seu centenário em 1993.
Primeiro horário: 09h00
Último horário: 17h30

2. RUA DAS FLORES
A principal rua da cidade foi transformada no primeiro calçadão do país, em 1972. É importante eixo comercial da capital.
Primeiro horário: 09h06
Último horário: 17h36

3. RUA 24 HORAS
Restaurada, a Rua voltou a ostentar a arquitetura que a tornou conhecida mundo afora, como os grandes arcos e o relógio com as 24 horas do dia, e reabriu com um variado mix de comércio e serviços.
Primeiro horário: 09h12
Último horário: 17h42

4. MUSEU FERROVIÁRIO
Construído na antiga estação, conta a história ferroviária do Estado. O prédio anexo Shopping Estação abriga o Museu Ferroviário, da Farmácia, do Perfume, o Teatro de Bonecos além do moderno centro de eventos Estação Embratel Convention Center.
Primeiro horário: 09h21
Último horário: 17h51
5. TEATRO PAIOL
Antigo paiol de pólvora construído em 1906 e reciclado para teatro de arena em 1971. Sua inauguração teve batismo do poeta Vinícius de Moraes, que compôs música especialmente para a ocasião. Símbolo da transformação cultural de Curitiba.
Primeiro horário: 09h30
Último horário: 18h00

6. JARDIM BOTÂNICO
Criado em 1991 à imagem dos jardins franceses, tem estufa em metal e vidro, museu botânico, mata nativa, trilhas e o espaço cultural Frans Krajcberg.
Primeiro horário: 09h42
Último horário: 18h11

7. ESTAÇÃO RODOFERROVIÁRIA/MERCADO MUNICIPAL
Sua concepção moderna e funcional representou em 1972, quando foi inaugurada, um marco no país em terminais de transporte. O Mercado Municipal é o tradicional ponto para comprar iguarias de todo o mundo.
Primeiro horário: 09h51
Último horário: 18h20

8. TEATRO GUAÍRA/UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Na Praça santos Andrade localiza-se o Teatro Guaíra, um dos maiores da América Latina. À sua frente, do outro lado da praça encontra-se a Universidade Federal do Paraná, a primeira do Brasil.
Primeiro horário: 09h57
Último horário: 18h26

9. PAÇO DA LIBERDADE
Recentemente restaurado, foi sede do governo municipal. É o único patrimônio de Curitiba tombado nas três esferas: nacional, estadual e municipal. Atualmente abriga um centro cultural.
Primeiro horário: 10h03
Último horário: 18h32

10. MEMORIAL ÁRABE / PASSEIO PÚBLICO
Situado na Praça Gibran Khalil, é uma construção moderna inspirada na arquitetura dos povos do deserto. Seu interior abriga uma biblioteca. O Passeio Público foi o primeiro parque público e o primeiro zoológico de Curitiba. No início abrigava animais de grande porte. Atualmente só existem animais pequenos.
Primeiro horário: 10h08
Último horário: 18h37

11. CENTRO CÍVICO
Sede dos Poderes do Estado do Paraná, com o Palácio Iguaçu, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Justiça, além da Prefeitura de Curitiba. Implantado em 1953, no centenário da emancipação política do Paraná.
Primeiro horário: 10h10
Último horário: 18h40

12. MUSEU OSCAR NIEMEYER
Maior e mais moderno museu do Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o "olho" completa uma antiga obra que ele mesmo construiu, em 1976.
Primeiro horário: 10h15
Último horário: 18h45 

13. BOSQUE DO PAPA/MEMORIAL POLONÊS
Memorial da imigração polonesa, é composto por sete casas de tronco e bosque nativo. Inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba.
Primeiro horário: 10h30
Último horário: 18h48

14. BOSQUE ALEMÃO
Lembra as mais caras tradições dos alemães, os primeiros imigrantes a se estabelecer em Curitiba, no século dezenove, a partir de 1833. Entre os destaques, a trilha de João e Maria, dos contos dos irmãos Grimm, a Casa Encantada, o Oratório Bach e a Torre dos Filósofos, com uma bela vista de Curitiba.
Primeiro horário: 10h30
Último horário: 18h58

15. UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE - UNILIVRE
Inaugurada em 1992, com a presença do oceanógrafo Jacques Cousteau, promove educação ambiental para a população em geral. É, por si só, uma lição de ecologia, integrando a arquitetura ao meio ambiente.
Primeiro horário: 10h36
Último horário: 19h04

16. PARQUE SÃO LOURENÇO
Uma velha fábrica de cola deu lugar a um Centro de Criatividade, com cursos, oficinas e espaços para exposições.Seu lago é cercado por ampla área verde nativa.
Primeiro horário: 10h42
Último horário: 19h09

17. ÓPERA DE ARAME/PEDREIRA PAULO LEMINSKI
Construído em estrutura tubular, o Teatro Ópera de Arame, de 1992, é um espaço mágico que se integra à natureza do local. Ao seu lado, a Pedreira Paulo Leminski é o palco dos grandes acontecimentos culturais e artísticos de Curitiba. Mais adiante, está o Farol das Cidades, biblioteca informatizada conectada à Internet.
Primeiro horário: 10h47
Último horário: 19h13

18. PARQUE TANGUÁ
Às margens do rio Barigui, é área de lazer com grandes espaços verdes, ancoradouro, pista para caminhada e corrida, ciclovia e um túnel aberto na rocha bruta unindo os lagos. Implantado em 1996.
Primeiro horário: 10h54
Último horário: 19h20

19. PARQUE TINGUI
O Parque Tingui lembra os primeiros ocupantes dos Campos de Curitiba, os índios Tinguis, da nação Guarani.
Primeiro horário: 11h01
Último horário: 19h27

20. MEMORIAL UCRANIANO
O Memorial Ucraniano, no Parque Tingui, é homenagem ao centenário da chegada dos pioneiros da etnia, comemorado em 1995. Uma réplica da Igreja de São Miguel, da Serra do Tigre, em Mallet, interior do Paraná, com telhas de pinho e cúpula de bronze, é um museu.
Primeiro horário: 11h05
Último horário: 19h30

21. PORTAL ITALIANO
O Portal sinaliza a entrada do bairro italiano de Santa Felicidade. Utiliza elementos de três edificações típicas da imigração italiana, entre elas a igreja matriz, com sua torre separada do corpo principal.
Primeiro horário: 11h11
Último horário: 19h36

22. SANTA FELICIDADE
Colônia formada em 1878 por imigrantes italianos das regiões do Vêneto e do Trentino. Principal eixo gastronômico de Curitiba, é um desfile de casas típicas, unidades de interesse de preservação pelo valor histórico, arquitetônico ou sentimental.
Primeiro horário: 11h20
Último horário: 19h45

23. PARQUE BARIGUI
Um dos maiores da cidade, implantado em 1972, é um dos preferidos para as caminhadas diárias do curitibano à beira do lago. Tem espaços para exposições e eventos, museu do automóvel, esportes e várias outras atividades.
Primeiro horário: 11h31
Último horário: 19h54

24. TORRE PANORÂMICA
Suporte dos serviços de telecomunicações, permite, do mirante, uma visão de 360 graus da cidade. Seus 109,5 metros de altura equivalem a um edifício de 40 andares.
Primeiro horário: 11h37
Último horário: 19h59

25. SETOR HISTÓRICO
As ruínas da Igreja de São Francisco de Paula, nunca concluída, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, igrejas antigas, casarões reciclados e transformados em espaços culturais compõem o Setor Histórico da cidade, onde um dos destaques é o Memorial de Curitiba. Aos domingos, tem feira de artesanato.
Primeiro horário: 11h45
Último horário: 20h05













IMIGRAÇÃO
De povoado a metrópole, o traço fundamental que definiu o perfil de Curitiba foi a chegada de imigrantes das mais variadas procedências. Europeus, asiáticos e africanos contribuíram para a formação da estrutura populacional, econômica, social e cultural da cidade. Da mesma forma, paulistas, gaúchos, mineiros, nordestinos, enfim, brasileiros de todas as localidades também aqui se encontram, construindo a imagem de Curitiba.
Até o século 18, os habitantes da cidade eram índios, mamelucos, portugueses e espanhóis. Com a emancipação política do Paraná (1854) e o incentivo governamental à colonização na segunda metade do século 19, Curitiba foi transformada pela intensa imigração de europeus.
Alemães, franceses, suíços, poloneses, italianos, ucranianos, nos centros urbanos ou nos núcleos coloniais, conferiram um novo ritmo de crescimento à cidade e influenciaram de forma marcante os hábitos e costumes locais.
Em 1872, segundo registros históricos, a presença dos alemães no núcleo urbano já era notável. Eles iniciaram o processo de industrialização – metalurgia e gráfica –, incrementaram o comércio, introduziram modificações na arquitetura e disseminaram hábitos alimentares. Difundiram, também, a noção de associativismo.
Os poloneses chegaram em 1871 e criaram as colônias de Tomás Coelho (Araucária), Muricy (São José dos Pinhais), Santa Cândida, Orleans, Lamenha, Pilarzinho e Abranches. Atuaram basicamente na lavoura e no comércio. Hoje formam em Curitiba a maior colônia polonesa no Brasil.
Os italianos vieram para Curitiba em 1872 e, em 1878, criaram a colônia Santa Felicidade. Os oriundos do norte da Itália eram, em sua maioria, operários, artesãos, profissionais especializados e comerciantes. Os do sul dedicavam-se à lavoura e introduziram novos implementos agrícolas. Assim como os poloneses, eles vendiam na cidade, de carroça, sua produção de hortaliças.
Os ucranianos vieram em 1895. Estabeleceram-se no Campo da Galícia e foram expandindo suas propriedades ao longo da atual Avenida Cândido Hartmann e por todo o bairro Bigorrilho.
Os japoneses marcaram presença em Curitiba a partir de 1915, com a chegada de Mizumo Ryu. Em 1924, deslocaram-se para cá em maior número e se fixaram na cidade e redondezas - os bairros Uberaba, Campo Comprido, Santa Felicidade e o município de Araucária.
Os sírios e libaneses, no início do século XX, estabeleceram-se no comércio de roupas, sapatos, tecidos e armarinhos. Em função das características de suas lojas, ocuparam a área central da cidade. Os primeiros imigrantes vendiam as novidades às colônias mais distantes viajando em lombo de burro e batendo de porta em porta.
Curitiba também guarda marcas da presença negra, embora esta seja pouco documentada. Auguste de Saint-Hilaire, naturalista francês que andou pela cidade em 1820, fez levantamentos sobre a população da província: em 1818 havia 1.587 escravos, contra 1.941 vinte anos depois, em 1838. Nos mesmos anos, a população total era de 11.014 e de 16.155 habitantes. Ou seja: a população cresceu em 5.141 pessoas e os escravos, em 354. Mas, apesar dos poucos documentos existentes, a escravatura existiu no Paraná, ao longo dos ciclos econômicos e na construção de obras gigantescas como, por exemplo, a Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, entre 1880-85, ligando o Litoral ao Primeiro Planalto e com a engenharia dos irmãos Antônio e André Rebouças, ambos mulatos.

Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/regiao-metropolitana-de-curitiba/186








Fonte das in formações: http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/perfil-da-cidade-de-curitiba/174
Fonte das fotos: Internet (vários sites)


IMAGENS DA CIDADE



Bosque do Alemão

Catedral N.S. da Luz

Cidade Industrial

Cidade Modelo do Brasil


Uma cas cidades mais limpas do mundo

Cidade mais verde da América Latina

Curitiba "cheia"

Trem ligando Curitiba ao porto de Paranaguá

Diversidade cultural no urbanismo

Mobilidade urbana - um dos pontos fortes da cidade

Vista aérea

Memorial da cidade

A metrópole mais sustentável do Brasil

Palácio Av. Downtown

Parque Barigui

Quarta cidade mais rica do Brasil

Parque Santa Felicidade

Teatro Ópera de Arame



Víde de apresentação de Curitiba

Fonte: Internet (sites diversos)


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.
        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil e membro da  Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com