quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO ESCUDEIROS DA FÉ - 5O ANOS LOUVANDO AO SENHOR

  APRESENTAÇÃO 

 O Jubileu de Ouro do Ministério Escudeiros da Fé foi comemorado com um culto de ações de graças na 7ª Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba e o conjunto cantou diversos hinos, tanto com a atual formação como também com aqueles que já participaram e hoje não integram mais o conjunto. Como sempre, as músicas foram executadas bem ao estilo do conjunto: muita técnica e suavidade, acompanhadas com maestria pelo jovem músico Lucas Machado Vieira, da Igreja Presbiteriana Central de Salto de Pirapora.
     O portador da mensagem foi o Reverendo Paulo de Góes, que foi pastor por muitos anos na 1ª IPI de Sorocaba e estará recebendo a jubilação no dia 04-12-2011 na IPI Central de Votorantim. Com base em I Samuel, capítulos  16 e 17 ele trouxe a mensagem, discorrendo sobre  as “armas” de Davi, afirmando que a funda é a Palavra (racional) e a harpa é a Música (emoção), destacando que   Escudeiros da Fé sempre se utilizou da segunda para atingir seus objetivos,
        A formação atual do conjunto é esta: Tito dos Santos, baixo – presbítero na Igreja Batista Independente de Sorocaba; Silas dos Santos, 1º tenor – presbítero na Igreja Presbiteriana de Sorocaba; Levy – baixo, pastor na Igreja Batista Shalom de Sorocaba; Davi – barítono, presbítero na 5ª Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba; Ademir, 2º tenor, presbítero na Igreja Presbiteriana de Salto de Pirapora; Nelson – barítono, presbítero na 7ª IPI de Sorocaba; Silvio, 1º e 2º tenor, tesoureiro da 7ª IPI de Sorocaba


UM POUCO DE HISTÓRIA


Tudo começou no ano de 1961 quando uma classe de Escola Dominical da então Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba recebeu o nome de Escudeiros da Fé. O Presb. Orlando do Prado Ferreira, que sempre foi um grande admirador do canto masculino em quatro vozes e amava a boa música, incentivava os adolescentes para que formassem um quarteto masculino. E isso acabou acontecendo.
        Três jovens, por sugestão do Presb. Orlando, que era o professor da classe, se juntaram a ele e formaram o Quarteto Escudeiros da Fé. O nome foi por causa da classe à qual pertenciam na Escola Dominical. Fizeram parte dessa formação os jovens Oswaldo Brisola Soares, Alexandre Sátilas Ricco e Tito dos Santos, os quais se juntaram ao idealizador, Presb. Orlando do Prado Ferreira. O objetivo era um só: Louvar ao Senhor Deus, levar a mensagem da boa nova da graça e do amor de Deus ao coração do pecador. 
        Embora a falta de experiência dificultasse na hora dos ensaios, prejudicando o aprendizado, o esforço e as orações de todos da igreja permitiu que as dificuldades fossem superadas e o Quarteto Escudeiros da Fé foi se tornando uma realidade.
      Num primeiro momento alguns nomes foram se agregando ao nascente ministério: Vieram: Silas dos Santos, Levy Ferreira Mesquita e Azor do Prado Ferreira. No período de 1969 a 1972 integrou o conjunto como organista o maestro José Crlos Delfini.
         Passados nove anos surgiu a oportunidade de fazer a gravação de um disco. O projeto se tornou realidade e um LP com doze hinos foi disponibilizado, trazendo como título “Abre-me Os Olhos”, com total aceitação dos amantes da boa música evangélica. No lado A do disco estavam as canções: Santo, Santo, Santo; Conta-me a História de Cristo; Com Fé Me Apego a Ti; Sou Feliz com Jesus; Hei de Estar na Alvorada e Bela Manhã. Já no lado B constavam os hinos: Castelo Forte é Nosso Deus; A Fé de Nossos Pais; Rosa de Sarom; Abre-me Os Olhos; A Noite Já Finda e A Manhã Gloriosa.
        Passado algum tempo e animados com a boa aceitação do primeiro trabalho o quarteto partiu para a gravação do segundo álbum com o título “Autor da Natureza”, o qual trouxe na face  A: Bela Cidade; Terra Feliz; Coração Alegre; Deus é Amor; Deus dos Antigos e Morreu para Nos Salvar. Na face B: Autor da Natureza; Erguei-vos Jovens; Hino de Amor; Ó Tu Belém; Cântico de Natal e Cristo Nasceu. Os dois discos tiveram  como produtor e diretor Mário Vieira e o primeiro álbum contou com uma apresentação escrita na contracapa feita pelo Reverendo Onésimo Augusto Pereira, pastor da 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba.
        Passado algum tempo o Reverendo Doraci Natalino de Souza veio a integrar o conjunto, permanecendo um por um bom espaço de tempo.
        Mais recentemente alguns ex integrantes do grupo voltam a se juntar ao “Escudeiros da Fé”. O agora Pastor Levy Ferreira Mesquita, e  é convidado também Davi de Brito Maciel, cujas ligações com o grupo remontam ao período em que uma congregação da 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba começou a funcionar na casa de seu pai, Presb. Nelson de Brito de Maciel.
        Por motivos de cuidados com a saúde os irmãos Silas dos Santos e Levy Ferreira Mesquita teriam de se ausentar temporariamente do grupo, sendo então convidado o irmão Silvio de Góes Menino, cuja ligação com Escudeiros vem da infância quando sua família era zeladora da 1ª IPI de Sorocaba. Foi convidado também e integra o grupo Ademir de Góes Vieira, que é da cidade de Salto de Pirapora, preenchendo um espaço que estava em aberto no canto de quatro vozes. Veio também o irmão Nelson de Oliveira, carinhosamente chamado de Nelsinho, filho de Betel.
        Cada integrante do grupo tem seus afazeres em família e nas igrejas às quais pertencem, porém unidos, encontram tempo para realizar os ensaios e cantar,  levando  a mensagem de Deus através da música.
      As famílias de cada um se integram ao trabalho deste ministério. São esposas, filhos e netos que sempre acompanham como se uma só família fosse.

Parabéns ao Ministério Escudeiros da Fé e que Deus continue Sua obra através deste profícuo ministério.


"Escudeiros" de todos os tempos


 
    Formação atual


  Presb. Oswaldo Pelegrini Fantasia


 
Rev. Paulo de Góes, portador
da mensagem 


Rev. Heitor Beranger Jr.
pastor da igreja\ hospedeira



Escudeiros da Fé em seus primeiros tempos


Templo Antigo da 1ª Igreja Presbiteriana 
Independente de Sorocaba, onde nasceu
o Quarteto Escudeiros da Fé.

 

Interior do templo


Presb. Orlando do Prado Ferreira, idealizou
e fez parte da 1ª formação do conjunto

 
1º LP do Quarteto Escudeiros da Fé, 
gravado em 27-02-1970


Contracapa


 
2º LP, gravado em 15-10-1970


Contracapa


Rev. Onésimo Augusto Pereira, pastor
da 1ª Igreja Presbiteriana de Sorocaba,
autor da apresentação do grupo na
contracapa do primeiro LP.


ALGUNS VIDEOS DOS ESCUDEIROS DA FÉ (You Tube)













       Os três primeiros videos foram postados no You Tube pelo Presb. Levy de Brito Maciel. Os demais foram gravados pela professora Claudineide Marra Ribeiro no dia 26-11-2011 na 7ª Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba e postados pelo Presb. Wilson do Carmo Ribeiro. Também são de autoria da irmã Claudineide as fotos do culto que comemorou os 50 anos do Ministério Escudeiros da Fé.

      Esta matéria foi produzida pelo Presbítero Emérito Wilson do Carmo Ribeiro, que tem acompanhado a carreira do conjunto desde a época de sua organização, que coincide com a profissão de fé de Wilson, que teve a oportunidade de trabalhar junto com um dos integrantes do grupo (Silas) em Alumínio.
      Foi uma honra e um privilégio ouvir durante esses cinquenta anos os cânticos suaves e edificantes desses irmãos que dedicaram esse tempo de suas vidas num ministério tão importante no trabalho de nosso Mestre e Senhor - Jesus Cristo.

CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
E-mail: prebwilson@hotmail.com


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CIDADE DE ALUMÍNIO - FATOS E FOTOS DE SUA HISTÓRIA

APRESENTAÇÃO



 A narrativa desta postagem foi escrita por mim (Wilson do Carmo Ribeiro) no final da década de 1980, bem como outro denominado História da Cidade de Alumínio - Aspectos Culturais. Ambos foram postados a algum tempo no blog da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Alumínio.
 Tendo criado meu próprio blog, achei por bem trazer as matérias para ele.

Vamos a elas:

ASPECTOS HISTÓRICOS 

      No final da década de 1950, o então Bairro de Alumínio contava apenas com a Vila Industrial, bem menor do que a atual e a Vila Paulo Dias. Entre os dois núcleos havia apenas mato e uma estradinha de terra a ligá-las.
      A família Cerioni, que sempre se destacou pela atividade comercial na comunidade, possuía dois pomares entre as duas vilas: um que margeava a estrada, constituído por laranjeiras e outro formado por pereiras e que ficava entre a atual Rua José Cerioni e a parte mais nova da Vila Santa Luzia. Alguns anos mais tarde surgiu a Vila Santa Luzia entre as duas já existentes, a qual veio a se constituir no centro comercial da comunidade.
      Próximo da Vila Paulo Dias não existia nada, a não ser o posto de pedágio na Rodovia Raposo Tavares, onde hoje fica o trevo da entrada da Vila do mesmo nome. É por isso que a vila se chama Pedágio. Anteriormente aquela parte de Alumínio era conhecida como “quebra-pau”, por motivos ignorados até hoje.
      Onde hoje fica a vila Paraíso existia apenas uma granja e apiário, que se chamava Paraíso e deu origem ao nome da vila. O Jardim Progresso surgiu como “ Pedaginho” e hoje é uma progressista e bela vila no extremo oeste do Distrito.
O Jardim Olidel surgiu já na década de setenta, resultado de um loteamento mais ao alto, á direita da Rodovia Raposo Tavares, sentido capital-interior e hoje é bastante populoso.
      Alumínio sempre se fez presente na política municipal, até mesmo quando pertencia a ao Município de São Roque. Assim é que Abel Souto, Paulo Dias, Benedito de Souza Filho, Eno Lippi, João Martins e o atual vice prefeito, José Aparecido Tisêo sempre estiveram presentes à caminhada do povo aluminense em direção a sua emancipação político-administrativa.

      Na Câmara Municipal, Alumínio sempre se fez ouvir através de seus representantes como José Cerioni, João Loureiro Miranda, Orlando Silva, José Bento dos Santos, Mário Miranda do Amaral, José Netto do Prado, Hélio Wanderley Neto, José Aparecido Tisêo, Maurel Miller, Zacarias Calixto Tobias, Geraldo Xavier de Lima e os atuais edis Jaime Henrique Duarte  Vitor Lippi, Luiz Gonzaga Tisêo e Jairo Antunes dos Santos .
  
ALGUMAS FOTOS QUE ILUSTRAM ESTE FRAGMENTO HISTÓRICO DE ALUMÍNIO





Estação Ferroviária 


Igreja de São Francisco de Paula


Fiéis saindo da igreja após a Missa



Sr. Marcílio Godinho (Tata) arrecadando roupas para os necessitados.
 Participação dos escoteiros (durante muitos anos o Sr.
João Sabby comandou o Grupo de Escoteiros
Lindolfo Pio da Silva Dias)


Moradores Antigos, entre outros, Dr. Eno Lippi,
Vicente Metidieri, Sr. Francisco -
(apelidado Velho Chico)



Sr. Enoque Silva e família


Farmacêutico Dr. José Módena e família.



Funcionários do antigo refeitório da CBA que funcionou
nas décadas de 1950 e 1960 (foto de Vô Otaviano Ferraz)


Vista Aérea da CBA


Hospital Maria Regina 





Casamento do Domingos Rosa de Arruda
em Porangaba  (colegas do Depto. Pessoal CBA


Rua Alexandre Albuquerque


Av. Senador José Ermirio de Moraes


Rua Brandt de Carvalho


Avenida Santiago


Rua Moraes do Rego
Parquinho da AAA


Sr. Edson Euzébio de Araújo,
conhecido como Edson Caminhão.
Foi Comissário de Menores muito
respeitado pela garotada


Abel Souto


Alcides Bianco


Orlando Silva


Severino Simões Almeida


João Loureiro Miranda


Arlindo Taraborelli


José Bento dos Santos


José Neto do Prado


Helio Wanderlei Neto


Geraldo Xavier de Lima


Mário Miranda do Amaral


José Aparecida Tisêo


Maurel Miler


Zacarias Calixto Tobias


Jairo Antunes dos Santos


Jaime Henrique Duarte


Luiz Gonzaga Tisêo


Vitor Lippi



Sr. João Martins (Zito) - Vice Prefeito de
Mairinque (1983-1988)


João Chesine, Benedito de Souza Filho (Dito Mineiro), Floriano Vieira
José Aparecida Tisêo edois funcionários da Prefeitura Municipal.
Dito Mineiro e José Tisêo foram Vice-Prefeitos quando Mairinque e
Alumínio ainda formavam um só município.
João  Chesine foi prefeito duas vezes.


Os senhores Orlando Silva, João Loureiro Miranda e José Bento dos Santos participaram de mais de uma legislatura. Outros, como Abel Souto e seu filho Geraldo Souto representaram Alumínio na Câmara Municipal em São Roque, o mesmo ocorrendo com o Sr. José Cerioni.
O Sr. Wilson do Carmo Ribeiro enquanto morava em Alumínio participou da Câmara Municipal como suplente, assumindo por curto espaço de tempo. Depois foi eleito em 1988, já residindo em Mairinque mas trabalhando em Alumínio.

      Como partes da Vila Industrial está sendo demolida, é bom deixar registrado para efeitos históricos como era o quadrilátero formado pelas Ruas Paula Souza, Gabriel da Silva Dias, José Maria Borges e Gaspar Ricardo nos anos sessenta: Av. Paula Souza: Bar do Sr. Pedro (depois da AAA), Cine Alumínio e farmácia do Sr. José Módena (depois escritório da AAA). Rua Gabriel da Silva Dias: Congregação Cristã no Brasil, Barbearia do Massa, Quitanda do Vicente Botti (Tico) e agência do Correio; Rua José Maria Borges: Residências, incluindo as dos senhores David Machado, João Sabby e Sebastião Machado e açougue e quitanda da CBA. Rua Gaspar Ricardo: Armazém da CBA (depois do SESI), Padaria do Neco e residência da familia (Sr.Manoel Neto Filho).
      Para fechar este relato na parte histórica, não poderia deixar de mencionar o trabalho filantrópico desenvolvido em Alumínio principalmente pelas senhoras. Foram muitas, porém como não vou conseguir lembrar de todas, citarei algumas e creio que elas representarão bem as demais: senhoras Madeleine Stroesser Figueirôa,Honorina Rios de Carvalho Melo, Rosa de Moraes (esposa do Sr. Itagiba)  Rosário Mayayo e Maria Conceição de Paula (esposa do Sr. Damião Augusto de Paula). Sempre estiveram envolvidas, atuando no Clube de Mães e no Movimento Católico de Alumínio - MOCA



Sra. Honorina Rios de Carvalho Mello,
mulher atuante na filantropia em Alumínio
(foto: Carlos Alberto Gonçalves)



D. Nina, agora com o esposo Dr. Luiz, filhos e 
d. Rosário Mayayo (foto: Carlos Alberto Gonçalves)


Senhora Madeleine Stroesser Figueirôa, d. Nina,
professora Nanci Di Gregoris e crianças de d. Nina e d. Nanci.
(foto: Carlos Alberto Gonçalves)


Bodas de Ouro do casal Sr. Albino Henrique Duarte
e sra. Ida Esperança Henrique Mora 
(foto - Calos Alberto e Jane)

  .

Inauguração da Rua Engº Antonio de Castro Figueirôa
em Alumínio em 27-10-1985. Na foto, d. Madeleine Stroesser
Figueirôa, dois de seus filhos, Prefeito José Luiz Bellini, Vereadores
e representantes da Cia. Brasileira de Alumínio



Dona Benedita Furquim Dias, conhecida parteira
em Alumínio com seu filho Sr. Paulo Dias qued
foi Chefe de Escritório da CBA com crianças
da família.



Marina Bravin - Funcionária pública municipal
e uma das primeiras mulheres candidatas à
vereadora no município.


ASPECTOS CULTURAIS


Nas décadas de sessenta e setenta as atividades sócio-culturais eram desenvolvidas no Cine Alumínio, que tinha sessões cinematográficas diárias e sediava também os bailes do clube, incluindo os de carnaval. Segundo depoimentos do nosso colaborador, Wilson do Carmo Ribeiro, ainda na década de 60 construiu-se um prédio de madeira nas proximidades da fábrica, o qual passou a sediar os acontecimentos sociais promovidos pela Associação Atlética Alumínio. De 1985 para cá, foi feita a cobertura da quadra de esportes e é nesse local que o clube vem promovendo todos os seus eventos sociais.

Nas artes plásticas, sempre houve alguém que se dispusesse a pintar uma tela: Dona Guará Guimarães, Madeleine Figueirôa, Volda Pedroso Lippi, Gê Fortes, K-Berto. Na escultura sobressaia José Mauro Ribeiro. Na música surgiram, já mais nos anos setenta e oitenta boas duplas e conjuntos sertanejos como João Paulista e Laurentino, Trio Mensageiros do Brasil, Rômulo e Rêmulo. Mais recentemente, entre 87 e 88 o Conjunto Alvorada Negra, que chegou a animar diversos bailes, como fazia o conjunto que marcou época na região, chamado Os Liberais, integrado entre outros por Salvador, seu filho Robertinho e Ivan Chelles. Também há quem se recorda da voz afinada de dona Zoraide, que começou nos programas de calouros que o prof. José Bento dos Santos fazia no cinema local e que quase chegou ao estrelato. E o incrível Zé Rolim, com seu cavaquinho. E a bandinha do Ary Enfermeiro, que estava sempre animando os carnavais aluminenses? E a sanfona do Luis Cleto? A corporação Musical da Associação Atlética Alumínio também se fez presente em boa parte da História de Alumínio, com bons músicos como os irmãos Enoque e Orlando Silva, Raul Mariano e tantos outros. Existe ainda em Alumínio, desde 1954, o grupo coral da Igreja Presbiteriana, chamado Ebenezer (termo bíblico que significa “Até aqui nos ajudou o Senhor” e que desde aquela data até os dias de hoje é dirigido por Gediel de Moura."




Óleo sobre tela - Igreja de Alumínio (1970)

da artista Guaraciaba Guimarães (dona Guara)



Conjunto Coral Ebenezer da Igreja Presbiteriana de Alumínio

sob a regência do Presbítero Gediel de Moura


Atualizando esta parte devo dizer que na década de 1970 o jovem Wilson Gomes Vientini, que morava com sua família na Rua Gabriel da Silva Dias começou a dar os primeiros passos na área da interpretação, fazendo teatro amador. O rapaz progrediu tanto nas artes cênicas que anos mais tarde viria a ser considerado pela crítica especializada como o melhor mímico do Brasil.Seu nome artístico foi alterado para Vicentini Gomez.


A seguir, vejam o progresso daquele moço, sobre o qual tive a oportunidade de falar em minhas notícias como correspondente de jornal em Aluminio:(a matéria a seguir foi baixada da Internet)


Vicentini Gomez e colegas atrizes

Vicentini Gomez tem uma longa carreira como autor, mímico, ator e diretor, tanto na tv como no teatro e cinema.
Seus últimos trabalhos na tv Globo foram a participação na novela “Cama de Gato” com o personagem Paulo Bianchi, empresário romano e “Malhação” como Dom Cornélio. Fez também a minissérie “Amazônia”, onde representou o seringalista “Cel. Alencar”, na luta pela independência do Acre. Na série “Minha Nada Mole Vida”, fez o português “Blota”, e na minissérie “Um só coração” foi o escritor Graça Aranha, peça chave na “Semana de arte Moderna”; atuou ainda em humorísticos como Megaton, Zorra Total e novelas em outras emissoras.
      No teatro, lotou a casa durante 12 anos com o espetáculo “Confidências de um espermatozóide careca” que está de volta pelo interior de São Paulo. Em 2006, rodou o Brasil com a comédia “506 anos de Besteirol” e em parceria com Josmar Martins, escreveu a peça “Tal Pai, Tal Filho”, que cumpriu temporada de sucesso no Teatro Sérgio Cardoso, com os atores Carlo Briani e Douglas Aguillar. Escreveu recentemente a comédia “Espelho Meu”, reflexões sobre o relacionamento de Mãe e Filha, em suas diversas etapas.
      Em 2004/2005 produziu, roteirizou e dirigiu a série “Consciência na Cultura”, transmitida pela TV Cultura, realizada em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) onde transformava teses de doutorado e dissertações de mestrado em documentários para a Televisão
      No cinema, Vicentini Gomez busca a reflexão sobre cidadania e direitos do homem, trajetória que escolheu como temática de seus filmes, destinados a festivais de cinema e vídeo do Brasil e Exterior.
Assim foi com “O Rio da Minha Terra”, “Paúra” e “Juqueriquerê”, classificados e premiados em importantes festivais do Brasil e Exterior, com destaque para o “Latin American Environmental Media Festival” em New Orleans-USA, exibido no dia 30 de abril de 2007.
Atualmente está empenhado no projeto “Minha Cidade”, que pesquisa, resgata e conta em filme a história das cidades. Já foram entregues os filmes de Cabreúva, cidade paulista na rota do Bandeirantes, “Matarazzo – uma história” que conta a saga da Vila Marcondes, e a principal “indústria” algodoeira da cidade de Presidente Prudente, Porto Feliz, Sorocaba e Votorantim. Esses filmes são voltados aos estudantes do ensino fundamental das escolas públicas, para que possam conhecer a história de suas cidades, desde sua fundação até os dias atuais. Os filmes são em 3D, mesclando dramaturgia e documentário.
      Vicentini Gomez é detentor de diversos prêmios no Teatro, Cinema e Tv, como o Mambembe do MinC; XXVII Jornada Internacional de Cinema da Bahia; Prêmio Apetesp; Oscar Projeção Nacional; Academia Brasileira de Arte Ciência e História e outros.

      As fotos que se seguem são do trabalho do pintor Gerson Getúlio Machado, que veio com a família morar em Alumínio na década de 1960 procedente de São Paulo, Capital. Em Alumínio ele cresceu, estudou e trabalhou na CBA. Começou a pintar suas telas, participando de algumas exposições, mantendo até os dias de hoje essa atividade, a qual ele concilia com seu trabalho como comerciante em Cotia, SP (Casa Du Kejo). 



















MÚSICA SERTANEJA

No final dos anos setenta e primeira metade da década de oitenta surgiram em Alumínio duplas e conjuntos sertanejos de boa expressão. Os sertanejos se apresentaram em programas do gênero na televisão e gravaram LPs. A seguir as fotos de algumas dessas duplas e trio.

Trio Mensageiros do Brasil (Valdo, Valdir e Dilmeire


Ary e Ariel


João Paulista e Laurentino. Como Laurentino, cujo nome
de batismo era Ivan de Camargo faleceu...


Formou-se uma nova dupla: 
Tião Campeiro e João Paulista

MÚSICA POPULAR



Conjunto "Os Liberais"



Zoraide da Silva


ASPECTOS EDUCACIONAIS



Ao contrário dos tópicos anteriores, este foi escrito agora e tem por objetivo retratar minhas lembranças a respeito de escolas e estudantes em Alumínio nas décadas de 1960 a 1980. Hoje, aos 70 anos de idade, continuo escrevendo e fazendo postagens a respeito de fatos históricos, principalmente de igrejas presbiterianas, pois desde 1961 pertenço e milito nessa denominação evangélica. É este o texto que me propus a escrever sobre a Educação em Alumínio no período já citado.





Quando cheguei de mudança em Alumínio no final de 1958 a única escola estadual que existia na cidade era o Grupo Escolar Comendador Rodovalho. Meus três irmãos mais novos estudaram ali, assim como também meus três filhos mais velhos. O diretor era o professor João Loureiro Miranda, que residia ali bem próximo na Rua Alexandre Brodowski. Sei que por esses tempos Alumínio era apenas um bairro, vindo posteriormente a se tornar distrito em 14-05-1980 e posteriormente cidade com a promulgação da lei da emancipação político-administrativa em 31-12-1991. Mas para mim, Alumínio sempre foi uma cidade e como tal vou tratá-la aqui.




No Rodovalho só funcionava o antigo curso primário, de forma que os alunos que desejavam prosseguir tinham de ir para São Roque, no Colégio Estadual Prof. Horácio Manley Lane ou então para escolas particulares em Sorocaba, como a OSE, Liceu Pedro II, Colégio Anchieta. Naqueles tempos a diretora do Manley Lane era a professora dona Antonieta, tida como mulher de grande energia e competência.


A Cia. Brasileira de Alumínio, na pessoa de seu diretor industrial Engº Antonio de Castro Figueirôa fornecia transporte para os que estudavam fora de Alumínio, bem como para os professores que vinham lecionar na cidade. Por outro lado, com a vinda do SENAI, a garotada que tinha o primário completo passou a ter a oportunidade de fazer cursos nas áreas de mecânica e eletricidade. Estudavam meio período no SENAI e trabalhavam meio período na fábrica. Naqueles tempos os menores podiam ser admitidos ao completar 14 anos mediante autorização judicial. Quem dirigiu por mais tempo o SENAI naquela época foi o prof. José Bento dos Santos.

E com a instalação da Escola Estadual Professora Isaura Kruger em 30/03/69 Alumínio passou a contar com mais uma unidade estadual de ensino onde inicialmente funcionou como ginásio (quinta a oitava séries) e em 1976 com o segundo grau, facilitando assim a vida dos estudantes. Necessário se faz acrescentar também que o Centro Educacional do SESI 192, instalado ao lado da portaria da CBA veio a se constituir numa importante opção para as crianças que agora podiam iniciar mais cedo a vivência escolar, visto que ali existia o pré-primário. A diretora que mais tempo permaneceu à frente da escola naquela época foi a professora Maria Silvia Stramandinolli Leme. Anos mais arde foi construído o prédio onde o SESI passou a funcionar próximo à Praça João de Castro Figueirôa.

Em 1975, com a instalação da Escola Municipal de Ensino Supletivo com unidades em Mairinque e em Alumínio e também a instalação do Liceu Roberto Simonsen numa iniciativa privada (Prof. José Bento dos Santos, Engº Valentino Rodrigues Bento e Engº Benedito Mendonça Chaves foram os sócios-proprietários), Alumínio deu um salto no âmbito educacional.

Aqui necessário se faz novamente mencionar a atuação do Engº Antonio de Castro Figueirôa. Dando todo o apoio aos que estudavam por iniciativa própria, ele passou a exigir dos demais que voltassem aos bancos escolares para se aprimorar e assim progredir na indústria, onde a tecnologia começava a exigir novos conhecimentos daqueles que trabalhavam em atividades ligadas às áreas de eletricidade, mecânica, produção e administração. Havia certa resistência da parte de alguns, porém a grande maioria aproveitou a oportunidade.

Centenas de pessoas voltaram aos bancos escolares, fizeram o supletivo e continuaram no Liceu, se formando técnicos em metalurgia, eletricidade ou eletrônica. Posteriormente vieram os cursos de instrumentação e eletromecânica. O Liceu funcionou durante vários anos no mesmo prédio em que funcionara o SENAI, aonde depois a CBA construiu seu terminal rodoviário.

Com o passar dos anos outras escolas estaduais vieram a ser instaladas em Alumínio: “Honorina Rios de Carvalho Melo” no Jardim Progresso, “Engº Antonio de Castro Figueirôa” no Jardim Olidel. A senhora Honorina foi uma mulher dedicadíssima à causa social na cidade, tendo falecido precocemente. Era casada com o Dr. Luiz P. Alcântara Melo, advogado que presidiu a Associação Atlética Alumínio por um bom tempo.

Para finalizar esta narrativa, a qual não tem pretensão de ser uma obra de natureza histórica na verdadeira acepção do termo, visto não basear-se em pesquisas e sim nas experiências vivenciadas por mim, desejo destacar mais uma vez a contribuição que a Cia. Brasileira de Alumínio na pessoa já mencionada do Dr. Figueirôa sempre deu às escolas e seus diretores na realização dos desfiles escolares, hoje realizados em poucos lugares. Eram verdadeiras festas cívicas, com muitos carros enfeitados, levando a temática que cada unidade escolar adotava. Eu, particularmente, sinto imensa saudade daqueles tempos.

Como informação aos leitores, devo dizer que tive minha modesta participação no processo educacional em Alumínio nas décadas de 1970 e 1980. Lecionei na Escola Municipal de Ensino Supletivo de 1975 a 1983 e trabalhei como orientador pedagógico no mesmo estabelecimento nos anos de 1984 e 1985. Lecionei no SENAI, Treinamento de Menores e no Treinamento de Adultos, preparando-os para cursos básicos nas áreas tecnológicas.

Saliento que, quando admitido na CBA em 02-01-1960, tinha apenas o curso primário e era Ajudante. Em 1964 fiz o curso de madureza ginasial na Associação Cristã de Moços em Sorocaba, prestando exames em escolas estaduais (Itu e Sorocaba). Fiz o segundo grau no Liceu Pedro II em Sorocaba e o superior na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba. Sempre tive o apoio do saudoso diretor da CBA Dr. Figueirôa, do qual desfrutei da preciosa amizade, trabalhando e reportando-me diretamente a ele durante onze anos. No total trabalhei quase trinta e um anos naquela grande indústria, onde me realizei como profissional e granjeei um grande número de amigos, muitos dos quais já falecidos, porém outros, preservados até hoje.




Comendador Rodovalho 2)
(Em frente, a antiga quadra
da AAA, hoje Restaurante
Industrial)


Alunos do Comendador Rodovalho
(No alto da escada o diretor, Prof.
João Loureiro Miranda)









Formatura - Cine Alumínio



EEPSG Professora Isaura Kruger
Desfile Cívico dentro do Estádio
José Ermírio de Moraes



Engº Antonio de Castro Figueirôa, que dirigiu a CBA por mais de
30 anos e teve influência decisiva na Educação em Alumínio e região 
Faleceu em junho de 1985 (foto: Carlos Alberto Gonçalves)


Engº José Neto do Prado - Sucedeu o Dr. Figueirôa
como Diretor Industrial da CBA em 1985
(foto -site Câm. Mum. Mk)

ASPECTOS DESPORTIVOS

Não tem como falar de desporto em Alumínio sem deixar de reconhecer que quase que a totalidade daquilo que sempre existiu na comunidade nessa área está intimamente relacionado à Associação Atlética Alumínio.

A seguir, transcrevo um texto que está na Internet (Wikpédia) a respeito do clube azul e branco de Alumínio: “A Associação Atlética Alumínio é um clube recreativo, esportivo e social, e foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Alumínio, no estado de São Paulo. Foi fundado em 21 de abril de 1947 e teve origem da Companhia Brasileira de Alumínio, sendo voltado para o lazer dos seus funcionários. Suas cores são azul e branco e teve 11 participações no Campeonato Paulista de Futebol. Em 1975, desativou seu departamento de futebol profissional, não mais retornando.”

Ainda da mesma fonte, transcrevo outro texto: “Antigo distrito de Mairinque, a cidade de Alumínio nasceu por causa da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e o clube, um grêmio de seus funcionários. A sede do clube está distante 72 quilômetros de São Paulo, mais especificamente no Estádio Senador José Ermírio de Moraes, local onde a Associação Atlética Alumínio mandou seus jogos em competições profissionais durante 11 anos, no período entre 1964 a 1974."

Além do campo de futebol, que está muito bem conservado, no local existe ainda piscina, sauna, quadras, parque infantil, quiosques, sala de troféus, dependências que são usufruídas pelos seus 2.800 sócios titulares e seus dependentes mediante pagamento de uma taxa mensal. Hoje em dia o clube está aberto para ingresso de novos sócios independente de serem ou não funcionários da CBA, pois o clube está desvinculado da empresa.

Participações em estaduais

• Terceira Divisão (atual A-3) = 07 (sete)

- 1965 - 1966 - 1970 - 1971 - 1972 - 1973 - 1974

• Quarta Divisão (atual Série B) = 04 (quatro)

- 1964 - 1967 - 1968 - 1969

Hoje, 2011, a AAA possui equipes de veteranos, conhecidos como os Masters do clube, sob a batuta dos técnicos Álvaro Canto de Campos e Nata. O Master é um grupo que reúne em torno de 70 atletas, que participaram ativamente da construção da história do clube."


TIMES DE FUTEBOL DA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ALUMÍNIO NO DECORRER DOS TEMPOS


O velho estádio da Paineira (anos 60) -Foto de Reginaldo e Silvia
Luiz Medeiros e Alice Hidalgo; Polaco e Alice Camargo. Mais ao
fundo, entre outras, Dulce Maria da Costa (com a mão na cabeça)



Inauguração do Estádio José Ermirio de Moraes em 21-04-1964
com a presença do Governador Adhemar de Barros, o qual desceu de
helicóptero no gramado - novidade para aquela época.



TIME DE FUTEBOL DA ASSOCIAÇÃO
ATLÉTICA ALUMÍNIO EM VÁRIAS ÉPOCAS













AAA 1970 - 2ª Divisão de Profissionais da FPF
(Foto Claudio Ceretta)





Masters da AAA foto Claudio Ceretta)


Vista parcial do Estádio José
Ermírio de Moraes


Casa de Praia nº 1 da Associação
Atlética Alumínio em Itanhaém, SP.


A Associação Atlética Alumínio nas décadas de 1960 e 1970 teve uma equipe de Pedestrianismo que foi campeã do interior do Estado de São Paulo. Comandada por Claudio Scarpa, contava com atletas como Renato Moura Santos, Aparecido Correa e Rubens Vitte, os quais conquistaram centenas de provas, tanto no individual como no coletivo.

Outra equipe que fez muito sucesso foi o juvenil da AAA comandada pelo técnico José Merêncio, o Zizão, a qual não ficava a dever nada às equipes dos chamados grandes da capital. Pude ver jogos desse time em Alumínio contra juvenis do SPFC e SE.Palmeiras,com a equipe aluminense jogando de igual para igual.

Também nos anos setenta e oitenta existiu a equipe de futsal do Engenheiro Gaspar, que participou com bastante eficiência de várias competições


GALERIA DE FOTOS - CIDADE DE ALUMÍNIO - FATOS E FOTOS DE SUA HISTÓRIA

A Associação Atlética Alumínio nas décadas de 1960 e 1970 teve uma equipe de Pedestrianismo que foi campeã do interior do Estado de São Paulo. Comandada por Claudio Scarpa, contava com atletas como Renato Moura Santos, Aparecido Correa e Rubens Vitte, os quais conquistaram centenas de provas, tanto no individual como no coletivo.

Outra equipe que fez muito sucesso foi o juvenil da AAA comandada pelo técnico José Merêncio, o Zizão, a qual não ficava a dever nada às equipes dos chamados grandes da capital. Pude ver jogos desse time em Alumínio contra juvenis do SPFC e SE.Palmeiras,com a equipe aluminense jogando de igual para igual.

Também nos anos setenta e oitenta existiu a equipe de futsal do Engenheiro Gaspar, que participou com bastante eficiência de várias competições.

Tendo em vista que recebemos uma grande quantidade de fotos para esta postagem, e, considerando-se que aquelas que fazem parte dos textos publicados já foram visualizadas por nossos leitores internautas, achamos por bem colocar as novas fotos nesta galeria. Do amigo Carlos Alberto Gonçalves recebemos mais de cem, muitas delas conseguidas da postagem de amigos. Elas estarão identificadas com as iniciais CA. Procuramos agrupa-las por assunto.


GERAL



Evento beneficente - Mário Miranda do Amaral,
José Bento dos Santos e Benedito de Souza Filho (CA)


Dona Bete e Divino Amaral (CA)



Dirceu Pereira Lima e esposa dona Ivanilde


Dona Elza, dona Diva e Sr Neco
(da padaria) (CA)


Dona Rosário, Sr. Leoncio Mola Mayayao,
Sr. Alcides Bianco e esposa dona Odila. (CA)


Dona Diva e o filho Wladimir -Wladi (CA)


d. Volda, Dr. Eno e Engº Dirceu Guimarães


Sr. Honorato Nogueira, Dr. Figueirôa
e Sr. Orestes Mânica (CA)


Construção do Edifício da Administração
Interno (CA)


Obras na CBA nos anos 40 (CA)


Dr. Antonio Ermirio de Moraes e o
Governador Adhemar de Barros (CA)


Obras da Salas Fornos (CA)


Grupo de Escoteiros (CA)


Família Ribeiro de Medeiros - uma das pioneiras do
presbiterianismo em Alumínio


Vista parcial da fábrica (CA)


CBA em 1944 (CA)













Início da Construção do prédio próprio da Igreja
Presbiteriana de Alumínio em 1968 (WCR)


Capelinha de Pantojo (CA)

Culto na Congregação Cristã no Brasil
em 1968- Na frente, à esquerda o Cooperador
José Jesus Paes (Irmão Zezinho)


Professora Maria Hortência Leite Netto


Sr. João Sabby e esposa


Festa de Formatura nos anos 70 (da Dalva
Amaral, entre outras)


Marcia Bianco e dona Ruth (CA)


Programa de Auditório do Prof. José Bento dos Santos
no Cine Alumínio nos anos 60 (entre outras participantes,
Heleninha Ranieri e Jandira Mariano)


Massa (da barbearia), d. Ruth e
d. Odila Bianco (CA)


Música na capela (CA)


Chuva de granizo em Alumínio
(Sr. Antonio Bello Jr. e Beto Veiga (CA)


Calixto Saiotti, o Calixtão


Padre José Yao, o padre Zezinho


Paineira com imagem de Santo Antonio
-Av. José Ermirio de Moraes (CA)


Ônibus da CBA que transportou empregados até 1978.
Foram levados para as usina em Tapiraí


Funcionários do Armazém do SESI
Manoel, Zé Bigode e Ari (CA)


Sr. Lucas e d. Maria Ferraz Machado -
donos de um trailler de lanches durante vários anos
próximo à portaria da CBA (WCR)


Sr. Benedito Cerione e esposa d. Lurdes (CA)


Pessoal do Movimento Católico de
Alumínio -MOCA- (CA)


Crianças Presbiterianas (década de 1970)


Sr. Pedro, jornaleiro e sorveteiro. O cliente é
Francisco Geraldo Rosa, eletricista de autos (CA)


Igreja de São Francisco de Paula (CA)


Bar da AAA - Sr. João Sabby, Edson Araújo
e o lanterninha do cinema, conhecido como Bigode (CA)



Na foto abaixo, da década de 1960 está retratado o casamento de Antonio Dias com d. Marina Dias. Do lado direito do noivo temos a mãe dele, Sra. Benedita Fuquim Dias, o marido dela, Sr. Jorge Dias e o filho mais velho do casal, Sr. Paulo Dias. Este último foi Chefe do Escritório da CBA e construiu as casas da vila que leva o seu nome Ele faleceu em novembro de 1977.


Edson (balconista do sr. Paulo Dias, Wanderley
(da padaria)...Massa e Toninho Dias (CA)


Funcionários da CBA dm 1995 (CA)


Edson Euzébio de Araújo -Caminhão- (CA)


Sr. João Batista Andrade Silva
- João Magro, enfermeiro (CBA)


Vicente Botti (Tico), João Galli, dona Madalena
Figueirôa e a mãe dela (CA)


Sr. João Magueta e esposa d. Lurdes


Sr. Alberto Arantes e esposa d. Conceição


Sr. Oswaldo Gonçalves (também conhecido como
Oswaldo Coxinheiro) Homem gentil, participava de momentos alegres
das famílias aluminenses, levando-as à praia na van da AAA (CA)


Sr. Lamartine de Oliveira e família
1º sentado, à esquerda) - ele foi um pioneiro
em loteamentos em Alumínio (CA)


Sr. Almir Rodrigues e família


Sr. Paulo Dias - Foi Chefe de Administração da CBA
e construiu as casas da vila que levam o nome dele. Foi
Vice-Prefeito do município de Mairinque


Casa do casal Sr. Paulo e d. Jonadir Dias construída no início
dos anos 60 bem no centro da vila que leva o nome dele.(foto de Luci Dias)


José Henrique Mora Duarte (Neto)
Atleta da AAA, fez carreira na CBA, tornou-se
comerciante e foi prefeito de Alumínio.


Funcionários da CBA (década de 1980)
(Foto de Ednéia Arantes)


Waldemar e David Machado - Pioneiros
do presbiterianismo em Alumínio


Dr. Eno Lippi, médico da CBA
que atendeutrês gerações de
pessoas em Alumínio


Marcos Martins, foi técnico na CBA, fez parte do grupo
que trabalhou pela emancipação de Alumínio e se
tornou pastor na Igreja do Evangelho Quadrangular



Antonio Martins e dona Emilia com o bisneto


Casamento de Claudiney Ceretta com Cidinha
Arantes Ceretta. As familias Arantes e Ceretta
tiveram ativa participação no desporto
de Aluminio. Ney atuou no time profissional
da Associação Atlética Aluminio


Philemon de Medeiros, Helio Lourenço da Silva
e Engº Antonio de Castro Figueirôa


Jair Mendes (Massa) e dona Ruth


Miss Alumínio 1972 - Maria Cândida Maravalha
passando a faixa à Eliane Paulino


EDUCAÇÃO


Grupo Escolar Comendador Rodovalho (CA)



Prof. João Loureiro Miranda
Diretor do GE Comendador Rodovalho


Professora Ivone Attie Lopes, diretora
do Grupo Escolar Comendador Rodovalho
nos anos 70 - foto atual (ERG


Professora Volda Pedroso Lippi,
diretora da EEPSG Honorina Rios
de Carvalho Melo ao lado da
formanda Elenice Cavalheiro


Professor Abimael de Campos Vieira,
diretor DA EEPSG Isaura Kruger
na década de 1970 (wcr)


Profª. Ligia M. Terra R. Bento, foi administradora do
Liceu Roberto Simonsen (CA)


Profª Maria Silvia Stramandinolli Petrin, diretora do Centro
Educacional do SESI 192 em Alumínio


Professora Dinah César Rodeli e amigas(os)
Trabalhou em escolas estaduais e do município


As fotos seguintes são de desfiles cívicos realizados em Alumínio.
Eles aconteciam todos os anos nos dias 21 de abril e 7 de setembro
















Professora Clotilde Santanna e a aluna Maria Cristina Borges
GE Comendador Ropdovalho)


Professoras Erci de Souza Oliveira e 
Sônia Maria Siedler Paes


d. Ivone Molinari: Por sua Escola de Datilografia muitas
pessoas iniciaram a profissionalização, inlcuindo o autor
de Cidade de Alumínio - Fatos e Fotos de Sua História

ESPORTES


































Dirceu Pereira Lima, o Lelé. Depois
que parou de atuar como
jogador,foi dirigente por muitos anos na AAA



Osmar Andrade, Osmarzinho, foi um dos melhores
jogadores surgidos em Aluminio


José Merêncio, Zizão, foi técnico da equipe de amadores
e de juvenis da AAA com muito sucesso



Jaime Henrique Duarte sempre esteve ligado ao desporto
aluminense como dirigente e incentivador.



Emilton Ribeiro de Souza, enfermeiro
na CBA e massagista na AAA


Ary Lisboa era enfermeiro na fábrica, massagista na AAA
e animador nos carnavais em Alumínio.


João Batista de Souza (João Gordo)
era enfermeiro na fábrica e massagista na AAA


Claudio Scarpa -foi atleta e técnico da equipe
de Pedestrianismo da AAA, uma das melhores
do interior paulista nos anos 60 e 70

Mais de 20 anos depois...
Homenagem Póstuma a Edson Euzébio de Araújo
Uma sala recebeu o nome dele no edifício da Câmara
Municipal de Alumínio por iniciativa do Vereador
e Presidente do Legislativo Eduardo de Mello


Família de Edson Caminhão: Da esquerda
para à direita: d. Elizabete (irmã), Érica (filha),
Edméia (esposa) e Ednéia (filha)/






José Antonio Corrêa, que trabalhou muitos anos na CBA e batia sua bola
nos times formados na AAA se aposentou. Assim como ele, tantos outros
também. Passados mais de vinte anos José Antonio, que é carinhosamente
chamado por Zé Capela pelos amigos, tem reunido os antigos companheiros
de trabalho e de esporte num jantar de confraternização no final de ano
Na foto abaixo, um flagrante do encontro deste ano em um
restaurante em Sorocaba.



Zé Capela (de camisa preta) e amigos


Esdras José Thomasi Penna é comerciante
no ramo de combustíveis. Ele descende do
Dr. Afonso Pena que foi Presidente do Brasil
entre 15-11-1906 a 14-11-1909.


Da união das famílias Ceretta e Lima, que moraram e trabalharam em Alumínio durante muitos anos, com os filhos tendo marcante atuação no futebol da cidade, surgiu, como resultado disso tudo um árbitro de futebol que está em grande evidência em nossos dias: Trata-se de Guilherme Ceretta de Lima, que começou apitando por acaso num jogo em que seu pai Luiz Carlos atuava com seus companheiros veteranos da Associação Atlética Alumínio. Guilherme nasceu em Sorocaba a 25 de novembro de 1983, tem 1,92 m de altura e pesa 82 kg. É filho de Luiz Carlos de Lima e Claudicéia Ceretta de Lima.


Ao final desta matéria, os leitores poderão ver dois videos feitos quando Ceretta foi entrevistado no programa do Jô Soares, onde ele explica como iniciou no apito, suas atividades extra-campo, vida familiar e sua atuação como árbitro da FPF e CBF. A grande aspiração de Guilherme Ceretta de Lima é se tornar árbitro da FIFA

As fotos que se seguem ilustram a trajetória do jovem árbitro Guilherme Ceretta de Lima.


Sr Antonio Ceretta e esposa, os
avós maternos


Sr. Luzo de Lima e esposa d. Adalzira, avôs paternos


O garoto com o pai Luiz Carlos de Lima
no campo em Alumínio


Já conhecido nacionalmente, participa de um
jantar de confraternização dos amigos
de trabalho e de veteranos do pai


Com o tio Horácio Lima


Com o tio Claudio Ceretta


Em casa com a mãe d. Claudicéia





Videos do programa em que Guilherme Ceretta de
Lima foi entrevistado no Programa do Jô






WALTER GONZALES FERNANDES

Neste espaço registramos a marcante passagem de Walter Gonzales Fernandes pela cidade de Alumínio e na Associação Atlética Alumínio. Goleiro de excelentes recursos técnicos defendeu equipes

Encerrou a carreira futebolística na Associação Atlética Alumínio atuando ao lado de Osmar, Waldir, Enoque, Quinzinho, Nelson Gianini e outros. Tornou-se técnico de futebol do alvi-celeste aluminense..Ele trabalhou no almoxarifado da CBA, foi transferido pela mesma para ser encarregado da AAA, depois que a CBA separou da AAA ele continuou sendo encarregado, exercia o trabalho nas piscinas porém todo o clube era coordenado por ele.

A seguir algumas fotos de Walter, o desportista, trabalhador e amigo de tanta gente por onde passou. A ele nossa homenagem


Walter, goleiro campeão pelo EC São Bento de Sorocaba. Ele é
o terceiro da esquerda para a direita em pé. (1962)


Walter com os companheiros de time (AAA)
Quinzinho e Waldir Fogaça.


Walter em foto atual.

Nota sobre o autor:


Wilson do Carmo Ribeiro nasceu no município de Campos Novos Paulista, região de Ourinhos em 16-07-1941 e ajudou seus pais nos trabalhos da roça e depois em olarias em Santa Cruz do Rio Pardo, Bernardino de Campos e Ipaussu. Em dezembro de 1958 a família se mudou para Alumínio e durante o ano de 1959 trabalhou na olaria do Sr. Paulo Dias. As casas das partes mais altas dessa vila foram feitas com tijolos produzidos pela família Ribeiro.

Em janeiro de 1960 Wilson foi admitido na CBA como Ajudante na Laminação de Papel, passando para a Seção de Pessoal em 1962. Em abril de 1974 passou a Chefe de Métodos e Processos e em junho de 1985 a Assistente Administrativo, cargo no qual se aposentou em março de 1991.

Tendo prosseguido em seus estudos já depois de casado, licenciou-se em Pedagogia em 1973, lecionando no Supletivo Municipal (Mairinque e Alumínio) e no Sistema Educacional Barão em São Roque no curso técnico de Segurança do Trabalho. Foi vereador à Câmara Municipal de Mairinque de 1989 a 1992 e em 1976, na condição de suplente assumiu a cadeira por algum tempo na Câmara. Após a aposentadoria trabalhou na Prefeitura Municipal de Mairinque em emprego comissionado. Em Alumínio fez parte da diretoria da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da CBA e da Biblioteca Pública Antonio Pereira Ignácio. Integrou ainda a Comissão Municipal do Mobral.

Foi correspondente do jornal Diário de Sorocaba de 1967 a 1985 e colaborou com outros jornais, como O Democrata (São Roque), Folha de Mairinque e Votorantim em Notícias.

Em 1980 se mudou para Mairinque, sendo que em sua casa teve início os trabalhos que redundaram na formação da Igreja Presbiteriana local. Em janeiro de 1997 transferiu residência para Araçoiaba da Serra e lá recebeu o título de Presbítero Emérito após exercer o ofício durante 36 anos e também o título de Historiador Oficial da Igreja Presbiteriana de Araçoiaba da Serra. Escreveu mediante pesquisa a História daquela igreja e por conhecimento adquirido por vivência, a História do Presbiterianismo em Alumínio e Mairinque. Essas e outras matérias similares estão no Blog do Ribeiro.


Wilson é casado há mais de 46 anos com a professora Claudineide Marra Ribeiro e o casal tem dois filhos e duas filhas casadas: Wilson Cláudio, Eliane, Flávia e Artur. Tem um neto e quatro netas. Em junho de 2011 Wilson e esposa tansferiram residência para Sorocaba.






AGRADECIMENTOS


Aos amigos Carlos Alberto Gonçalves, Cristina Simões, Edsinho Caminhão, Ednéia Arantes e Claudio Ceretta, que nos forneceram fotos que ilustraram esta postagem.







COMENTÁRIOS SOBRE A POSTAGEM:




Claudio e Alice Ceretta :Boa tarde, sr. Wilson! Li no seu blog, sobre Alumínio, e gostaria de prestar uma informação! No local onde hoje se encontra o ginásio municipal de esportes, ao lado da rodovia Raposo Tavares, havia um posto de gasolina, que pertencia a uma tia da minha mãe. Seu nome era Brasilina! Daí o nome da Vila! Bem, junto ao posto havia um Bar, onde as pessoas "tomavam umas". E quase sempre acabavam brigando! Daí, o nome do local ser conhecido como "Quebra Pau"!!! Abraço - Claudio Ceretta.



Carlos Alberto Gonçalves


O Blog está 10 , é sempre bom resgatar a memoria de uma comunidade como foi Alumínio (hoje infelizmente não é mais assim) , obrigado pelos créditos das fotos ( são fotos extraídos de amigos em comum ) se precisar de mais algumas é só me avisar que temos um montão e se não tivermos , vamos atrás de quem tem.


Gerson Machado



PARABÉNS, EM TEMPO PARA QUE HAJA MEMÓRIA SE NÃO TÃO PERPÉTUA PELO FATO DE ESTAR VIRTUALMENTE, MAS CREIO QUE EM BREVE ISSO DESENCADEIE EM UM MUSEU OU COISA PARECIDA.





NO ENTANTO PELA INTENET AS PESSOAS PODEM ACHAR EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO, E OS ALUMINENSES E SEUS HERDEIROS ESTÃO ESPALHADOS SENDO BENÇÃO EM MUITOS LUGARES.





GRATO PELA SUA SEMPRE ATUANTE DEDICAÇÃO E INCLUSÃO DE MEUS PAIS E A MIM MESMO.





NÓS ARTISTAS NECESSARIAMENTE PRECISAMOS DO ALIMENTO QUE É O INCENTIVO E NÃO FALO APENAS PARA PROVEITO PRÓRPIO, MAS FIQUEI FELIZ EM VER O VICENTINI SENDO CITADO.





UMA IDÉIA LEGAL É VOCÊ TENTAR ACHAR FOTOS DOS COMERCIANTES DE ALUMINIO, ANTIGOS.





EU TENHO MAIS ALGUMAS FOTOS ONDE APARECE MAMÃE E TENHO UMA QUE CONSEGUI REPRODUZIR DE FORMA GROTESCA DE UM BINÓCULO DAQUELES DO XAVIER E SEU INÍCIO, LÁ NO ANTIGO BARZINHO AO LADO DA IGREJA.
FALO DO ARMAZÉM DO TARABORELLI LÁ PERTO DO CEMITÉRIO, DA QUITANDA E DEMAIS ANTIGOS.
ESSA DO CERETTA É LEGAL SOBRE O PORQUE DO NOME - QUEBRA PAU
QUEM TEM MUITO MATERIAL É DONA MADALENA FIGUEIRÔA, LEMBRO QUE NA ADOLESCÊNCIA FIZEMOS UM FILME EM SUPER OITO NA CASA DELA.
LÁ NO ESCRITÓRIO DO FIGUEIROA TINHA UMA PILHA DE FOTOS, ANTIGAS COM TUDO.
O ACERVO ERA ENORME E IMPORTANTE. DEVE TER FICADO COM ALGUM DOS FILHOS OU ELA MESMA, É O CASO DE BATER UM PAPINHO COM ELA OU UM DELES
WILSON, JÁ QUE DERRUBARAM A CIDADE, VAMOS LAVANTAR A HISTÓRIA, ESTOU CONTIGO NESTA!

PARABÉNS E DEUS O FORTALEÇA PARA VIVER MUITO MAIS E SABOREAR MAIS MANJARES, COMO DIZIA MAMÃE!

ABRAÇÃO
GERSON


Marcia Bianco





Aos amigos de Alumínio...


Genteeeeeemmmmmm, vejam que trabalho maravilhoso do Sr Wilson do Carmo Ribeiro.

Existe viva uma cidade com o nome de Alumínio nos corações de milhares de pessoas ao redor do mundo.Existe a Cidade de Alumínio fruto do trabalho e vivencia destas mesmas e mais outras tantas pessoas vivas e mortas.Unir todos os esforços para ser organizada a rica história desta cidade é resgatar e tendo postado esta matéria sobre a Cidade de Alumínio em 27-10-2011, continuamos recebendo colaborações, as quais enriquecem a matéria. Se colocarmos as fotos no corpo da postagem, ficará difícil a localização. Assim, desta data em diante, estamos postando fotos, legendas e textos nesta galeria que criamos, facilitando assim a localização das mesmas pelos leitores/internautas. Vamos inaugurar a galeria com fotos de uma família com a qual convivemos logo que nos mudamos para Alumínio em dezembro de 1958 - a Família Pistila. Gente honrada, trabalhadora e católicos praticantes. As fotos nos foram enviadas por um dos membros da família, nosso amigo professor Benedito Pistila.



ACERVO COMPLEMENTAR



Músico Raul Antonio Mariano
(Músico aluminense)


Batismo de um dos filhos do Sr. Ângelo Pistili e d. Nair Pistili.
Na foto aparecem o Sr. José Antonio Mariano e esposa, a Sra.
Ana Pistila Mariano e esposo Raul Antonio Mariano e o pároco.





Acima, a familia Pistila em foto mais recente. Sr. Ângelo,
 d. Nair, Joaquim, José Lázaro e Aparecida, com crianças
 da família. José Lázaro Pistila foi ministro 
da Igreja Católica em Alumínio.


07-05-2012 - A cidade de Alumínio tem passado por transformações em seu aspecto urbanístico. Enquanto em alguns bairros surgem novas edificações ou então aquelas já existentes são melhoradas, na Vila Industrial, atendendo suas necessidades a Companhia Brasileira de Alumínio tem feito a demolição de dezenas de casas na chamada Vila Industrial, que é de sua propriedade.

Não é nossa intenção e nem é papel de quem historifica, entrar no mérito dos fatos. Portanto vamos continuar fazendo aquilo que nos propusemos, qual seja contar as coisas que acontecem na "Terra do Metal Branco" como temos feito desde a década de 1960 quando colaborávamos com jornais da região.

Recebemos do Sr. Marcos Aurélio Moura, que cresceu morando com sua família na Vila Industrial uma série de fotos sobre a demolição de casas na vila em referência e vamos publicar em caráter histórico algumas delas.

































Desfile Cívico


Grupo de Escoteiros Lindolfo Pio da Silva Dias


Festa Junina na Associação Atlética Alumínio


Sebastião Antonio de Oliveira e esposa d. Terezinha


Artomedes da Costa e dona Cacilda Chagas Costa


João Martins, Vice-Prefeito do Município de Mairinque
(1983-1988) participa de solenidade, hasteando bandeiras com o
Prefeito José Luiz Bellini e o Presidente da Câmara Municipal Paulo
Assini Jr. (foto cedida por João Carlos Martins)


Sebastião José de Souza Filho e esposa
d. Tereza Delfino da Silva


Ary Pires Ribeiro da Silva e esposa professora
Diná Inês de Oliveira Silva


Sr. Júlio Fernandes e esposa dna. Maria
Aparecida Fernandes


Engº Petrônio Marzano e sua esposa
d. Maria Conceição Rietra Marzano


Professora Nancy Di Gregoris.
Como professora participou da formação
educacional de milhares de pequenos aluminenses


Diocles Ribeiro da Silva, o Feijão, com a
repórter da TV Globo Glória Maria (foto postada
no Facebook por Carlos Alberto Gonçalves)


Clovis Botti - Tradicional comerciante aluminense,
foi o "herdeiro" da Quitanda do Tico - Vicente Botti,
seu pai. Depois passou para o ramo de imóveis.



Sr. Silvio de Góes Leite, sua esposa d. Maria
José Fernandes Leite e a neta Juliana
Cavalheiro Leite


Desfile Cívico em Alumínio (Anos 70)
Foto de Maria Mokarzel)



Estudantes de Alumínio (final dos anos 60)
Foto Facebook


Família Costa (foto de Dézia Costa)



Sr. Otacilio Ambrósio da Silva, dona Dadinha e
amigas da família (Eliane e irmãs Costa)


Cerimônia de casamento na Igreja de São Francisco de Paula
em Alumínio. Entre os padrinhos, Sr. Milton Nitsche e esposa
dona Tereza (foto de Corrêa Júnior).



Waldemar de Carvalho, dona Valquiria e família
(Foto de Regina Carvalho)



Sr. Julio Fernandes, dona Maria e o filho Amauri


Da esquerda. p/ a direita: João Sabby, Mário Miranda Amaral,
José Crespo Gonzales, Adelino Rosa, Waldemar Pereira,
Carlos Rodrigues da Paz, João Boschetti (ou Leonadldo
Trestini?) e José Miguel Menezes.



Grupo de Escoteiros Lindolfo Pio da Silva Dias
À frente o Chefe João Sabby


Toninho Cerioni e Cleide I. Camargo Cerioni
(foto postada por Carlos Alberto Gonçalves)



Doraci Dias Pinto
(foto de Cecilio Fortes Jr)


Doraci fazia parte da equipe da Divisão Técnica da CBA, tanto no trabalho com no Futebol de Campo. A respeito das instalações do Estádio Senador José Ermírio de Moraes, recebemos a colaboração de nosso amigo Cecílio Fortes Junior que era um dos líderes dessa unidade da fábrica, com oeste comentário:

"O campo da AAA, arquibancada, piscinas e alguns anexos foram baseados no projeto feito para a Nitro Química, executado por uma Empresa projetista de SP (Figueiredo Ferraz ???, Arquiteto Lemos ???) e por ordem do Dr. Antonio a CBA, setor de projetos da Construção Civil fez o redimensionamento e adaptação para a AAA, com a participação do Dr. Coutinho (engenheiro), Doraci Dias Pinto (desenhista), Gilson Emílio Rosa (projetista e professor de desenho no SENAI da CBA nos anos 60), Antonio Cayuela Perez (projetista) e outros..."



3º Reencontro dos Amigos Antigos de Alumínio
(foto de Carlos Alberto Gonçalves)


d. Albina Ferri Molinari, Ivone, Dirce e Nelson Milnari
(foto de Ana Lucia Nantes)


Foto postada por Izolina Abrão de Toledo. Entre os
homens da foto estão Vô Xandico e o Sr. Manoel Nunes.



Mulheres da comunidade aluminense com o ator Juca
de Oliveira (foto postada por Jeane Souza)



Master da Associação Atlética Alumínio
(copiada do mural de Luiz Carlos de Lima)


Sr. Benedito Cerioni e sua esposa dona Lourdes
(foto de Carlos Alberto Gonçalves)



Funcionários da Portaria CBA: primeiro à esquerda é o Sr.
Emílio Venâncio Gonzales Alberto e o quarto Erotildes Miguel
(foto de 1985 publicada no Facebook por Mazé Zani)



Show no Cine Alumino na década de 1980
(foto de Antonio Carlos Rodrigues Fio)


Carnaval na Associação Atlética Alumínio no início dos anos 80
(foto publicada por Angélica Cerioni)