sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

HISTÓRIA ILUSTRADA DA UNIVERSIDADE DE SOROCABA (UNISO)

APRESENTAÇÃO

         Quando concluí meus estudos de segundo grau no Liceu Pedro II em Sorocaba, parti para a realização de um grande sonho – o curso superior. Isto foi no ano de 1970. O primeiro grau eu fiz na Associação Cristã de Moços de Sorocaba - ACM - Madureza, com exames em Itu-SP e no Colégio Prof. Júlio Prestes de Albuquerque (Estadão) em Sorocaba, onde recebi meu certificado de conclusão.
         Meu grande desejo era cursar História. Ocorre que na Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Sorocaba esse curso não era disponível no período noturno e de dia eu trabalhava na Cia. Brasileira de Alumínio.
         Prestei vestibular para Pedagogia e fui muito bem sucedido, colocando-me entre os primeiros classificados, isto no ano de 1971, quando já tínhamos três filhos. Concluí meus estudos com licenciatura plena em Pedagogia com habilitação em Orientação Pedagógica e Educacional.
         Por sua vez, minha esposa Claudineide Marra Ribeiro fez nessa mesma faculdade o curso de Letras – Licenciatura Plena –Português/Inglês nos anos de 1980 a 1982. Ela se tornou professora na rede estadual e se aposentou em 2009.
Eu, por trabalhar de dia na Cia. Brasileira de Alumínio optei por trabalhar no curso noturno do Supletivo Municipal (Mairinque e Alumínio) de 1975 a 1985, tendo lecionado ainda no Sistema Educacional Barão em São Roque. 

HISTÓRICO DA UNISO

 A origem da Uniso foi a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba, criada como Faculdade Municipal, em 1951, mas que só começou a funcionar quando o Bispado de Sorocaba aceitou a responsabilidade de administrá-la, sem qualquer ônus, em 1954, com os dois primeiros cursos: Pedagogia e Letras Neolatinas. No ano seguinte, três novos cursos: Filosofia, Geografia e História. Começo modesto e, paradoxalmente, brilhante para a época, com professores vindos de São Paulo e do exterior, e cursos de tempo integral, manhã e tarde, em prédio cedido pela Prefeitura, onde hoje está o câmpus Trujillo. De 1958 a 1988, atendendo às demandas sociais de Sorocaba e Região, foram criados, além de Matemática, três cursos na área das Ciências Sociais Aplicadas, a saber: Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, desenvolvendo-se, paralelamente, muitas atividades de extensão ligadas aos nove cursos de graduação então existentes. Contando já com bom potencial acadêmico, reconhecido pela sociedade local, foram oferecidos os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu, em 1973, com grande incremento a partir da década de 80, nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Linguística, Letras e Artes. Em 1988, a Fundação Dom Aguirre, mantenedora das duas Faculdades então existentes, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras e a Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas, com base na legislação da época e na inexistência de universidade estatal na cidade, houve por bem iniciar o processo de transformá-las em Universidade. Foram seis anos de um trabalho preparatório muito proveitoso, com a orientação qualificada de uma Comissão Especial do Conselho Federal de Educação. O primeiro passo foi a constituição, em 1992, das Faculdades Integradas Dom Aguirre -Fida e, em 1994, pela Portaria Ministerial nº 1.364, de 13 de setembro de 1994, publicada no Diário Oficial em 15 de setembro de 1994, chegou-se à criação da Uniso, Universidade Comunitária, voltada para a formação de profissionais éticos e competentes, à luz dos princípios cristãos. A partir de 1995, a Uniso criou os cursos de Análise de Sistemas, Direito e Comunicação Social com as habilitações em Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas; Administração em Comércio Exterior, Letras, com habilitação em Português/Espanhol, Hotelaria, Turismo, Terapia Ocupacional, Farmácia, Sistemas de Informação, Nutrição, Ciência da Computação, Física, Teatro: Arte/Educação, Química, Biotecnologia e vários Cursos Tecnológicos. Em 1999, foi inaugurada a Cidade Universitária, terceiro câmpus, depois do Trujillo e do Seminário. Em 2002, foi criada a Unidade Tietê, onde funcionaram os cursos de Pedagogia e Administração. Para comprovar fortemente seu status de Universidade, a Uniso, desde 2002, vem trabalhando também no desenvolvimento da pós-graduação stricto sensu, aumentando progressivamente o corpo docente de tempo integral e a publicação científica, podendo, assim, oferecer seu primeiro Mestrado, em Educação, recomendado pela Capes, tornando-se a primeira Universidade da Região a oferecer curso de pós-graduação stricto sensu. Em 2006, começaram a funcionar os Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão de Marketing de Varejo, Gestão de Produção Industrial, Gestão Financeira, Design Gráfico e o bacharelado em Biotecnologia. Também, foi recomendado pela Capes o reconhecimento do curso de Mestrado em Comunicação e Cultura, na área de concentração em Mídias e com as Linhas de Pesquisa: “Comunicação Midiática” e “Produção Cultural Midiática”. Em 2007, os Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Ambiental, Gestão da Produção Industrial, Logística e Marketing revisaram suas denominações e seus Projetos PolíticoPedagógicos, em razão da necessidade de se adequarem ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração e em Pedagogia, também em 2007, extinguiram-se as habilitações existentes nesses dois cursos. No mesmo ano, Comércio Exterior, antiga habilitação do curso de Administração, passa a ser oferecida como curso de graduação bacharelado. Em 2008, foram criados cinco cursos tecnológicos, a saber: Gestão de Equinocultura; Gestão da Qualidade; Design de Produto; Gestão de Tecnologia da Informação e Processos Químicos, e o bacharelado em Design. Também foi recomendado pela Capes, o reconhecimento do curso de Mestrado em Ciências Farmacêuticas. Em 2009, a Universidade iniciou o funcionamento dos Cursos Superiores de Tecnologia em Design de Interiores, Design do Produto e Gestão da Qualidade, além do bacharelado em Design. Em 2010, houve a posse de uma nova Reitoria, a primeira por eleição. Nesse sentido, houve a integração das Pró-Reitorias de Graduação, de Pós-Graduação e Pesquisa, e de Extensão e Assuntos Comunitários em uma nova Pró-Reitoria, a Acadêmica. Também houve a concentração da maior parte das atividades institucionais na Cidade Universitária e no câmpus Trujillo, ficando o câmpus Seminário com atividades de extensão e de atendimento à comunidade externa. Nesse ano, também iniciaram suas atividades os seguintes cursos de graduação: Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Dança, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Química, Estética e Cosmética, Fisioterapia, Gestão Comercial, Música e Processos Gerenciais. Também, nesse ano, foi recomendado pela Capes o reconhecimento do primeiro Doutorado da Universidade, em Educação. Em 2011, o Conselho Universitário aprovou a criação do curso de graduação em Psicologia. Nesse ano, foi inaugurado o Bloco E da Cidade Universitária, com 14 (quatorze) salas de aula. Ainda, na Cidade Universitária, foram inaugurados o Laboratório de Eletricidade, no Bloco E, e os laboratórios de Materiais e de Materiais de Construção, no Prédio da Biblioteca, bem como o Laboratório de Fisioterapia e Enfermagem, no Bloco D. Em 2012, começou a funcionar o curso de Medicina Veterinária e foram inaugurados os laboratórios de Conforto Ambiental, de Pesquisa em Toxicologia – Lapetox, de Solos, de Estética, de Desenho e o Núcleo de Saúde; ainda, nesse mesmo ano, efetuou-se a parceria da Universidade com o Instituto Nextel, atuando no desenvolvimento de jovens, a fim de ampliar as oportunidades de inserção no mercado formal de trabalho. Em 2013, começaram a funcionar os cursos de graduação em Agronomia, Design de Moda, Educação Física (bacharelado), Engenharia de Alimentos, Engenharia de Bioprecessos e Biotecnologia, Engenharia de Materiais, Eventos, Geografia, Jogos Digitais, Letras: PortuguêsEspanhol, Psicologia, Química Industrial, Relações Internacionais e Segurança do Trabalho. Também nesse ano, foi recomendado pela Capes o curso de pós-graduação stricto sensu, Mestrado Profissional, em Processos Tecnológicos e Ambientais, e inaugurado o Bloco F, o maio prédio da Cidade Universitária, a qual recebeu a denominação de Cidade Universitária Professor Aldo Vannucchi. Quanto à Educação a Distância, ela vem se afirmando na Uniso, desde 2002, com o preparo da infraestrutura física e a formação específica de professores para oferta da modalidade semipresencial em vários componentes curriculares dos cursos de Graduação e de Especialização. Referente à Especialização, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP credenciou o curso de Especialização em Gestão Ambiental.

Fonte:  http://www.uniso.br/uniso/doc/historico_uniso.pdf


FOTOS ILUSTRATIVAS


Campus - Cidade Universitária


Campus Trujilo


Campus Seminário


Unidade de Tietê, SP


Dirigentes - Anos 50


Professor Aldo Vanuchi - Um 
dos idealizadores e principal
 organizador da universidade


Prof. Antonio Pedro Miziara
Professor de Estudos de Problemas
Brasileiros. Era monsenhor e se
tornou bispo de Bragança Paulista


Prof. Arthur Fonseca Filho
Professor em nosso curso


Prof. Luiz Almeida Marins Filho
Fez a primeira palestra para nossa
turma na condição de calouros
Assunto: Projeto Rondon


Minha colação de grau - Professor Lauro
Sanchez, diretor da FAFI (1973)


Colação de grau de minha esposa
Claudineide Marra Ribeiro -Diretor
da FAFI Prof. Aldo Vanucchi - 1982



CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.
        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação, ou por mensagem no Facebook.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

SOROCABA E "A ARANHA DO VERGUEIRO"

APRESENTAÇÃO

         Recentemente publiquei na rede social Facebook uma foto da estrutura em concreto existente no Bairro Vergueiro em Sorocaba, a qual é popularmente chamada de “aranha do Vergueiro” devido ao seu formato parecido com aquele aracnídeo.
         Surgiram alguns comentários e entre eles, o de alguém querendo saber maiores detalhes a respeito, além daqueles que fizeram parte de minha postagem. Veio então a ideia de fazer algo mais mais amplo sobre o assunto. É o que apresento através deste trabalho.
         Todas as explicações a respeito do projeto e porque ele não prosseguiu, foram extraídos de informações disponibilizadas na Internet. Como são três artigos diferentes, ocorrem algumas informações repetidas.
         Por fim, em se tratando de um projeto que visava a edificação de um templo católico, quero deixar bem claro que meu trabalho é única e exclusivamente de cunho informativo.
         Boa visualização.


1 – MATÉRIA DO JORNAL CRUZEIRO DO SUL

O que foi – ou melhor – o que era para ser a “Aranha do Vergueiro”? A estrutura de concreto de 20 metros de altura foi o que restou do projeto inicial do Santuário de São Lucas. A estrutura está localizada junto ao Hospital Regional de Sorocaba no bairro Jardim Vergueiro, Zona Sul de Sorocaba.
Em uma cerimônia que ocorreu em 18 de outubro de 1959 (dia de São Lucas, santo padroeiro dos médicos), sob a benção do cardeal arcebispo de São Paulo, dom Armando Lombardi, a pedra fundamental da igreja foi colocada no local onde seria o futuro altar. Porém, o tempo passou e apenas a estrutura de concreto foi erguida no local.
O Santuário de São Lucas foi idealizado pelo monsenhor Antônio Misiara, que ocupava os cargos de assessor eclesiástico e professor de filosofia moral da Faculdade de Medicina de Sorocaba. A igreja foi projetada pela construtora Marna Ltda, de Curitiba, para ter a forma de uma cruz vermelha. O prédio seria apoiado sobre uma vasta plataforma de mármore, teria uma torre de 86 metros de altura e comportaria 1.100 pessoas sentadas e mil em pé.
O altar ficaria no centro da igreja. No subsolo seriam construídos um salão social, restaurante, cozinha, biblioteca e sala de conferência.
A igreja também reuniria, por meio da arte, a religião com a medicina. Estavam previstos quatro quadros em mosaico, vistos do interior da cúpula: a primeira intervenção cirúrgica (o Criador no ato de tirar a costela de Adão), a primeira intervenção clínica (São Rafael curando Tobias), o verdadeiro ideal da medicina (a cena do bom samaritano) e um quadro de São Lucas, patrono dos médicos.

“Antes, os carros paravam por lá, passava gente a pé. Por medida de segurança, essa área foi isolada”, relata um dos operadores do estacionamento.
O aposentado Paulino Ribeiro Rocha, 72, acompanhou de perto o início da construção do santuário. Na época, ele era um dos responsáveis por levar as pedras para a confecção do concreto. “Essa região era quase deserta. Não tinha essas casas ao redor, só mesmo o prédio da faculdade de Medicina”, comenta.
A armação de concreto lembra um pouco uma igreja somente quando venta pelos lados do Vergueiro. Basta chegar perto da armação de concreto para ouvir o som semelhante ao emitido por sinos. A causa é o contato dos vergalhões, distribuídos ao redor das colunas que sustentariam o santuário.

2 – BLOG DA 20ª TURMA DA FACULDADE DE MEDICINA DE SOROCABA

Quem não se lembra da famosa estrutura de concreto existente nas proximidades do Hospital Regional e que era conhecida como "a aranha"? Essa curiosa construção remanesce até hoje incompleta, certamente em decorrência da falta de recursos para que o seu projeto original pudesse ser concluído.

Sonho de um saudoso professor nosso, o querido Antonio Pedro Misiara, à época Monsenhor, ali se pretendia fosse erguido o Santuário de São Lucas dos Médicos do Brasil, dotado de um arrojado projeto arquitetônico, como se pode ver abaixo por sua maquete.


A maquete do santuário


Resta saber se a estrutura ainda terá alguma destinação ou se permanecerá ali por tempo indeterminado, apenas como símbolo de um sonho que não se concretizou.



3 – UM SONHO NÃO REALIZADO

Matéria de Giuliano Bonamim 
giuliano.bonamim@jcruzeiro.com.br
  

O sonho de construir o Santuário de São Lucas está prestes a completar 55 anos. A pedra fundamental do empreendimento foi instalada durante uma cerimônia ocorrida em 18 de outubro de 1959 e colocada onde ficaria o altar da igreja, sob a bênção do cardeal arcebispo de São Paulo, dom Armando Lombardi. A data não foi escolhida por acaso, pois marcava o dia de São Lucas, santo padroeiro dos médicos, além dos dez anos de fundação da Faculdade de Medicina de Sorocaba. O tempo passou, apenas a estrutura de concreto foi erguida e o local acabou apelidado pelo sorocabano como a "aranha do Vergueiro". 

A estrutura está presente em um terreno pertencente ao Conjunto Hospitalar de Sorocaba. Ao redor dela funciona há dez anos um estacionamento particular, que aluga a área para a prestação do serviço. 

O operador de estacionamento Roberto Roma, 62 anos, diz que o concreto armado é uma atração para quem passa pelo local. "Por aqui vem muita gente de fora de Sorocaba, por causa do hospital, e sempre perguntam o que é isso", diz. "Tiram até foto", completa. 

A construção tem 20 metros de altura. Duas bases das vigas de sustentação ficam dentro do estacionamento. As outras duas estão fincadas do outro lado de um muro, na área onde foi construído o restaurante Bom Prato. 

Há também uma cerca que impede o acesso na parte de baixo da estrutura, no interior do estacionamento. Essa região está com o mato alto. Segundo Roma, a medida foi motivada depois de uma parte do concreto ter se desprendido e caído perto dos veículos. "Antes, os carros paravam por lá, passava gente a pé. Por medida de segurança, essa área foi isolada", relata. 

A armação de concreto lembra um pouco uma igreja somente quando venta pelos lados do Vergueiro. Basta chegar perto da armação de concreto para ouvir o som semelhante ao emitido por sinos. A causa é o contato dos vergalhões, distribuídos ao redor das colunas que sustentariam o santuário. 

O aposentado Paulino Ribeiro Rocha, 72, acompanhou de perto o início da construção do santuário. Na época, ele era um dos responsáveis por levar as pedras para a confecção do concreto. "Essa região era quase deserta. Não tinha essas casas ao redor, só mesmo o prédio da faculdade de Medicina", comenta. 

A técnica em enfermagem Karen Sabriano, 36, mora em Sorocaba e desconhecia a história da "aranha do Vergueiro". "Bonito não é, mas não deixa de ser um símbolo da cidade", relata. 

As obras no santuário tiveram início em 1960. Na edição de 19 de abril de 1964 do jornal Cruzeiro do Sul há uma foto que mostra a armação de madeira erguida para sustentar as vigas de concreto. Naquela época, a expectativa era entregar o santuário no prazo máximo de cinco anos. 

Mais de 2.000 fiéis

O Santuário de São Lucas foi idealizado pelo monsenhor Antônio Misiara, que ocupava os cargos de assessor eclesiástico e professor de filosofia moral da Faculdade de Medicina de Sorocaba. A igreja foi projetada pela construtora Marna Ltda, de Curitiba, para ter a forma de uma cruz vermelha. O prédio seria apoiado sobre uma vasta plataforma de mármore, teria uma torre de 86 metros de altura e comportaria 1.100 pessoas sentadas e mil em pé. 

O altar ficaria no centro da igreja. No subsolo seriam construídos um salão social, restaurante, cozinha, biblioteca e sala de conferência. 

A igreja também reuniria, por meio da arte, a religião com a medicina. Estavam previstos quatro quadros em mosaico, vistos do interior da cúpula: a primeira intervenção cirúrgica (o Criador no ato de tirar a costela de Adão), a primeira intervenção clínica (São Rafael curando Tobias), o verdadeiro ideal da medicina (a cena do bom samaritano) e um quadro de São Lucas, patrono dos médicos.

OUTRAS FOTOS ILUSTRATIVAS


Nesta foto da época da construção,vê-se que o
 bairro ainda era pouco desenvolvido
 urbanisticamente


Nesta, pode-se notar o surgimento 
de  grandes edifícios  na região



Ficou em segundo plano, cercada pelos espigões



Estacionamento funciona sob os arcos



CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.
        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação, ou por mensagem no Facebook.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com