quinta-feira, 21 de setembro de 2017

MISSIONÁRIO BLACKFORD E A ORGANIZAÇÃO DA 1ª IGREJA PRESBITERIANA EM SOROCABA

APRESENTAÇÃO


Neste trabalho desejamos discorrer um pouco sobre a vida e obra de uma importante figura dos primórdios do presbiterianismo no Brasil, o Reverendo Alexander Latimer Blackford.
Mas quem foi esse servo de Deus? E sua esposa, irmã de Simonton? O Reverendo Alderi Matos de Souza, historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil responde nossa pergunta de forma bastante concisa, como veremos nesta transcrição:
 Um grande colaborador por vários anos foi o Rev. Alexander Latimer Blackford, casado com a irmã de Simonton, Elizabeth (Lille). Após uma longa e perigosa viagem de navio, o casal Blackford chegou ao Rio de Janeiro em julho de 1860, menos de um ano após a chegada do pioneiro. Apesar de algumas divergências quanto ao melhor local para a sede da missão – Blackford preferia São Paulo; Simonton, o Rio –, este teve em Blackford um grande auxiliar que, entre outras coisas, o substituiu na Igreja do Rio durante uma prolongada viagem de Simonton aos Estados Unidos (março de 1862 a julho de 1863). Em outubro de 1863, Blackford e Lille mudaram-se para São Paulo a fim de fundar o trabalho presbiteriano naquela cidade (a igreja foi organizada em 5 de março de 1865). Blackford haveria de dedicar trinta anos de sua vida à obra missionária no Brasil, tendo falecido em 1890.

       Elizabeth Simonton Blackford teve a honra de ser a primeira missionária presbiteriana a chegar ao Brasil e foi grande ajudadora do seu marido e do seu irmão. Aprendeu a amar profundamente o povo brasileiro, a quem chamava de “o meu povo”. Foi no lar amigo e acolhedor dos Blackford em São Paulo, na antiga rua Nova de São José, n° 1 (junto ao Largo de São Bento), que Simonton faleceu em 9 de dezembro de 1867, encerrando o seu curto e abençoado ministério no Brasil. Hoje, quem visita o Cemitério dos Protestantes naquela cidade vê lado a lado os túmulos de Simonton e de sua irmã, a consagrada Elizabeth, falecida em 1879.

BLACKFORD  EM SOROCABA


Para chegarmos ao ponto em que O missionário Reverendo Blackford organizou a primeira Igreja Presbiteriana de Sorocaba e toda a região, há um caminho relativamente longo a percorrer, historicamente falando.
Para chegarmos ao ponto em que o missionário Reverendo Blackford organizou a primeira Igreja Presbiteriana de Sorocaba, há um caminho relativamente longo a percorrer, historicamente falando.
E quem vai discorrer sobre esse período é o Reverendo Matheus Benevenuto Júnior, o qual será devidamente apresentando por nós no decorrer do histórico que vem a seguir, até culminar com a organização da referida igreja pioneira.


OS PRIMEIROS TEMPOS DO PRESBITERIANISMO EM SOROCABA


No Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba, edição de setembro/outubro de 2.003 à página 5 encontramos matéria do Reverendo Matheus Benevenuto Júnior, Ministro jubilado da Igreja Presbiteriana do Brasil e Pastor Emérito da Igreja Presbiteriana de Sorocaba. Nela, o autor nos traz importantes informações sobre o início do presbiterianismo em Sorocaba.


       Ele conta baseado em pesquisas feitas para o trabalho que vem elaborando, qual seja, a História da Igreja Presbiteriana de Sorocaba, que o trabalho presbiteriano nessa cidade teve início em 1.861, com a instalação de um depósito de Bíblias na casa do senhor José Antonio de Souza Bertoldo.


    Quem instalou esse depósito de Bíblias foi Simonton (sobre o qual já discorremos em outra secção). Este teria sido atraído à Sorocaba por três motivos básicos: 1 – Pelo espírito liberal aqui reinante; 2 – pela feira de muares; 3 – Por residir em Sorocaba um compatriota de Simonton, o médico Dr. Reinhardt, que cuidava dos trabalhadores da real fábrica de ferro de Ipanema.
      Pouco tempo depois, além de Bertoldo havia mais dois colportores de bíblias. Continuando em sua narrativa, o articulista afirma que o depósito de Bíblias foi muito importante para a preparação e abertura do caminho para os pregadores presbiterianos que viriam depois. As notícias a respeito desse depósito de Bíblias eram veiculadas no jornal presbiteriano, à época, com o nome “Imprensa Evangélica”.
      Nessa época, os pastores partiam de Sorocaba e chegavam até Faxina, atual Itapeva, levando as boas novas do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O Reverendo Benevenuto destaca ainda a presença de uma importante figura nesses primórdios do presbiterianismo em Sorocaba e região: José Manoel da Conceição. Como padre, Conceição tinha ideias protestantes, assimiladas no contato com os missionários que vieram ao Brasil para auxiliar Simonton. Por conta disso, ele era visto com certa desconfiança por seus superiores. Conceição, como padre, trabalhou em vastas regiões do interior paulista e sul de Minas Gerais. Convertido e ordenado pastor presbiteriano ele fez questão de pregar o evangelho aos seus ex -paroquianos.
         Retornando ao já mencionado depósito de Bíblias, o Reverendo Matheus informa que Conceição, quando ainda padre, pregou nesse local, situado em frente ao Mosteiro de São Bento, hoje Banco Mercantil do Brasil. Conta que ali pregou também o Reverendo Alexandre Latimer Blakford, cunhado de Simonton.   
          De 1.861 a 1.869 um grupo de pessoas foi instruído nas doutrinas presbiterianas, de maneira que a 1º de setembro de 1.869 cinco pessoas foram batizadas e participaram da Santa Ceia. Nessa data, Blackford organizou a Igreja Presbiteriana de Sorocaba, a quarta comunidade presbiteriana do interior

UM POUCO MAIS DA HISTÓRIA DE BLACKFORD

"Alexander Latimer Blackford
6 de janeiro de 1829 • A história de Alexander Latimer Blackford confunde-se com a do presbiterianismo brasileiro.
O Rev. Blackford foi um missionário norte-americano, pioneiro na implantação da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Nasceu em 6 de janeiro de 1829 em Martins Ferry, Ohio, filho de pais cristãos piedosos. Formou-se em teologia pelo Western Theological Seminary em 1859, sendo ordenado ministro presbiteriano em 20 de abril do mesmo ano.
Blackford decidiu servir como missionário no Brasil, trabalhando como auxiliar de outro jovem pastor, o Rev. Ashbel Green Simonton. Chegou ao Brasil com a sua esposa, Elizabeth Blackford, irmã de Simonton, em 25 de julho de 1860.
Nos primeiros anos, auxiliou Simonton na direção da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, além de viajar por São Paulo e Minas Gerais pregando o Evangelho segundo a tradição reformada. Em 5 de março de 1865, organizou a Igreja Presbiteriana de São Paulo, sendo o seu primeiro pastor.
Ainda neste período de implantação presbiteriana em território brasileiro, Blackford organizou a Igreja Presbiteriana de Brotas, em 13 de novembro de 1865, que se tornou na terceira Igreja Presbiteriana no Brasil. Agora, com três igrejas, juntou-se a Simonton e ao Rev. George Chamberlain para organizar o Presbitério Rio de Janeiro, em 16 de dezembro daquele ano, sendo eleito o seu primeiro moderador.
 Organizou várias outras igrejas nos anos seguintes, foi o editor do jornal Imprensa Evangélica, que foi o primeiro periódico protestante da América Latina, e professor do "Seminário Primitivo", que veio a ser também o primeiro seminário protestante da América Latina, entre os anos de 1867 e 1870. Em 1875, foi ameaçado com base na Constituição do Brasil, que dizia ser o catolicismo a religião oficial.
A partir de 1880, Blackford fixou residência em Salvador, Bahia, trabalhando na implantação do presbiterianismo naquela região. Isto não o impediu de continuar ativo na vida conciliar da Igreja, sendo eleito o primeiro moderador do Sínodo do Brasil, organizado em setembro de 1888, tornando, assim, a Igreja brasileira autónoma em relação à norte-americana.
Em 10 de maio de 1890, enquanto gozava de férias com sua família em Atlanta nos Estados Unidos, foi acometido de uma grave doença, vindo a falecer apenas quatro dias depois, em 14 de maio do mesmo ano.
 "As atas da missão dizem que, pouco antes de morrer, o Rev. Blackford cantou «hinos na língua dos brasileiros, o povo que ele amou entranhadamente, louvando o seu Rei e Pai, a quem servira com firmeza e constância.»" (Matos, A. S., p. 37)."


FOTOS ILUSTRATIVAS (Internet)


Rev. Alexander Lartimer Blackford


Simonton com a filhinha
Helen, que foi criada por
Blackford e esposa devido
ao falecimento dos pais da
menina


Casa do Sr. Bertoldo, onde Simonton montou
o primeiro depósito de bíblias em Sorocaba


Primeiro templo da Igreja Presbiteriana
de Sorocaba, construído em 1882


O templo da Igreja Presbiteriana de Sorocaba,
a primeira de Sorocaba e região.


Reverendo Matheus Benevenuto Júnior 
e sua família em seus primeiros anos
 de Sorocaba (Ele chegou aqui em 1958).


Rev. Wagner Bernardi,
atual pastor da igreja

CONCLUSÃO


         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação, ou por mensagem no Facebook.

SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil e membro da Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Saiba quais são as principais causas e como curar o Zumbido no Ouvido

APRESENTAÇÃO

         Desde a minha infância tenho zumbido no ouvido esquerdo. Foi numa festa junina lá no bairro rural onde nasci e vivi até os dez anos que adquiri esse problema.
         Enquanto rolava a festança dentro da casa, eu estava junto de outras pessoas agachado ao lado de uma fogueira. Afinal era mês de junho e estava frio.
         De repente um adulto acendeu o estopim de um rojão mas ao invés das bomba explodir lá no alto, ela explodiu dentro do canudo, pertinho de onde eu estava. Senti na hora um zumbido muito forte, e apesar dele diminuir de intensidade, nunca mais me deixou.
         Já procurei tratamento mas não consegui me curar. Alguns medicamentos conseguiram atenuar um pouquinho, como o Ginko Biloba, que não pude mais usar por causas de problemas cardíacos.
         Como muita gente convive com esse problema, achei por bem pesquisar na internet e fazer uma postagem sobre o assunto. Aí está ela:

O zumbido no ouvido, também conhecido por tinnitus, normalmente não é grave e surge em caso de resfriado ou após exposição prolongada a barulhos muito intensos, desaparecendo sem tratamento específico ao final de algumas horas.
Este problema, que se caracteriza pela sensação de ouvir qualquer tipo de som mesmo estando em ambiente silencioso pode afetar apenas um ou os dois ao mesmo tempo e, na maioria dos casos, o zumbido no ouvido tem cura.
O zumbido também pode ser causado por infeções ou tumores auditivos e, por isso, caso este sintoma não passe ao final de 2 dias ou apareça mais de 1 vez por mês é importante ir ao otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico e realizar tratamento adequado, caso seja necessário.

Causas de zumbido no ouvido


O zumbido no ouvido normalmente é causada pela exposição prolongada ao barulho ou quando se tem uma otite, que é a infecção no ouvido. No entanto, o zumbido também pode surgir em situações, como:
·         Perda auditiva causada pelo envelhecimento que é mais comum a partir do 60 anos;
·         Otosclerose, que ocorre quando há endurecimento dos ossos do ouvido;
·         Tumor no cérebro e que afeta o nervo auditivo ou tumor no ouvido;
·         Excesso de cera no ouvido;
·         Problemas de circulação;
·         Distúrbios psiquiátricos, como ansiedade e depressão;
·         Acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos;
·         Pressão alta.
Além destas causas, o zumbido no ouvido também pode surgir em casos mais raros, como Doença de Ménière, mau funcionamento da articulação da mandíbula ou após traumatismos na cabeça e do pescoço, que pode afetar os nervos responsáveis pela audição.

 

Remédios que causam zumbido no ouvido


O zumbido no ouvido pode surgir como efeito colateral de alguns medicamentos, como:
·         Aspirina em doses muito elevadas;
·         ​Antibióticos como polimixina B, eritromicina, neomicina e vancomicina;
·         Remédios para combater o câncer como mecloretamina e vincristina;
·         Diuréticos como bumetanida, ácido etacrínico ou furosemida.
·         Antidepressivos como Fluoxetina ou Sertralina.
Geralmente, quanto maior a dose destes medicamentos, maior é o zumbido e, na maioria dos casos, o ruído desaparece ao deixar de usar estes remédios.

 

Sintomas de zumbido no ouvido


Os principais sintomas do zumbido no ouvido incluem:
·         Som de um apito;
·         Barulho semelhante ao de uma cachoeira ou a uma cigarra;
·         Chiado constante;
·         Sensação de ouvido tapado.
Esse som só é percebido pelo indivíduo e não pode ser medido, podendo ser contínuo ou com intervalos e tende a piorar em caso de ansiedade ou estresse. Além disso, o zumbido pode surgir associado a tontura e falta de equilíbrio.
O diagnóstico do zumbido no ouvido é feito através da observação interna dos ouvidos pelo otorrinolaringologista. Além disso, pode ser necessário realizar exames de imagem como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, sendo que este problema é mais frequente em idosos, pacientes com problemas na circulação ou fumantes.

Tratamento para zumbido no ouvido


Para tratar o zumbido no ouvido é necessário conhecer a causa do zumbido, podendo incluir a remoção de cera pelo médico, a toma de remédios como antibióticos para tratar a infeção, o uso de aparelho auditivo ou realizar uma cirurgia ao ouvido, por exemplo. Também pode ser necessário realizar acupuntura ou musicoterapia para ajudar a diminuir a sensação de zumbido.
Além disso, no caso de se sentir zumbido no ouvido depois do show devido à altura exagerada do sistema de som do local, deve-se ficar num ambiente silencioso pois, ajuda o corpo a se habituar e, em pouco tempo, ele tende a desaparecer. Saiba mais detalhes sobre como tratar o zumbido em O zumbido no ouvido, também conhecido por tinnitus, normalmente não é grave e surge em caso de resfriado ou após exposição prolongada a barulhos muito intensos, desaparecendo sem tratamento específico ao final de algumas horas.
Este problema, que se caracteriza pela sensação de ouvir qualquer tipo de som mesmo estando em ambiente silencioso pode afetar apenas um ou os dois ao mesmo tempo e, na maioria dos casos, o zumbido no ouvido tem cura.
O zumbido também pode ser causado por infeções ou tumores auditivos e, por isso, caso este sintoma não passe ao final de 2 dias ou apareça mais de 1 vez por mês é importante ir ao otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico e realizar tratamento adequado, caso seja necessário.




CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
E-mail: prebwilson@hotmail.com

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

JOSÉ TISÊO: O HOMEM, O AMIGO E POLÍTICO BEM SUCEDIDO

APRESENTAÇÃO
     
   
Tive o privilégio de conhecer José Aparecida Tisêo na década de 1960, quando ele trabalhava na Cia. Brasileira de Alumínio num departamento chamado Fábrica de Alumina, que é onde o minério de bauxita sofre suas primeiras transformações. Éramos bastante jovens.
Depois de alguns anos de trabalho ele deixou a atividade na fábrica para se tornar comerciante de gêneros alimentícios, à época conhecido como armazém às margens da Rodovia Raposo Tavares, onde floreciam nos núcelos habitacionais, como Vila Pedágio, Jardim Progresso, Vila Brasileira e outros.
         Em 1976 nos aproximamos devido a vivência na atividade política do Município de Mairinque e fomos candidatos a Vereador. Ele foi eleito com expressiva votação como será detalhado mais adiante. Eu, funcionário da CBA e professor no Supletivo Municipal fiquei como segundo suplente no mesmo partido, tendo assumido por curto espaço de tempo a vereança ao lado dele.
         Após eleger-me vereador para a legislatura de 1988 a 1992, deixei a militância política, porém o amigo Tisêo, com sua extrema simplicidade e simpatia e capacidade administrativa, continou, conforme os leitores observarão pelo seu resumo biográfico.
         Não poderia deixar de acrescentar que meu falecido irmão Benedito Ribeiro (1947-1995) foi companheiro nas pescarias que Tisêo fazia, levando em seu caminhão inúmeros amigos e os equipamentos de pesca e conservação de peixes em rios do Matro Grosso.
         Vamos ao resumo biográfico que nos foi gentilmente enviado por seu neto Murilo Tisêo, que seguindo as pegadas do avô é Presidente do Diretório Jovem do PSD Alumínio-SP e Secretário-geral do partido em Alumínio, SP.


RESUMO BIOGRÁFICO

“José Aparecida Tisêo é o primogênito numa família de irmãos\; Filomena, Paulo, Alberto, Francisco, Ângelo, Benedito, Nicola, Catarina, Maria e Luiz.
Nascido em 17 de Fevereiro do ano de 1942 no município de Angatuba, estado de São Paulo, Tisêo é filho de João Tisêo, italiano e dona Luzia Cardoso.
O Pai, João Tisêo, comerciante Italiano, veio com seus pais ao Brasil, procedente da  cidade de PignataroInteramna, Itália, para morar em Angatuba, na época da colonização, após o término da Primeira Guerra Mundial.
José Tisêo viveu sua infância no Bairro Bom Retiro, hoje Distrito de Angatuba, onde foi morar com seus avós para a conclusão do atual Ensino Fundamental.
Casou-se com Alice de Oliveira Tisêo e posteriormente veio para a o bairro de Alumínio, Distrito de Alumínio, Município de São Roque, a fim de trabalhar na Companhia Brasileira de Alumínio.
É pai de seis filhos: Angela, Valdir, Valter, Wanderley, Adriane e Wladimir. Foi comerciante após sua saída da CBA, e como morador no atual município de Alumínio, iniciou sua carreira política como vereador da cidade de Mairinque no período de 1976 a 1982  sendo o vereador mais votado naquele município, com 519 votos.
Foi vice-prefeito da cidade de Mairinque de 1998 a 1992, sendo administrador regional com sede própria no então distrito de Alumínio.
Em 1991, participou do processo de emancipação político- administrativa do Distrito de Alumínio, e com a eleição municipal de 1992, foi eleito o primeiro prefeito desta cidade.
Tornou a se candidatar a prefeito no ano de 2000, vindo a ser eleito novamente, com o mandato de 2001 até 2004 e sendo reeleito para o mandato no período de 2005 até 2008, e eleito mais uma vez em 2012, cumprindo seu mandato na gestão de 2013 até 2016.
(Algumas adequações feitas pelo autor da postagem)


ALGUMAS FOTOS ILUSTRATIVAS PERTINENTES


Angatuba, SP - terra natal



Uma foto do tempo em que Tisêo chegou a Alumínio
(fiéis deixando a igreja após a Missa.)


CBA - Primeiro emprego em Alumínio


Alumínio nos anos 70 (Vila Industrial)


Alumínio atual - Paço Municipal



Câmara Municipal


Tisêo e os demais vereadores à Câmara
Municipal de Mairinque (1976 a 1982)


Vice-Prefeito de Mairinque (1988/1992
Antonio Alexandre Gemente foi o prefeito)


Tisêo - 1º Prefeito do Município
de Alumínio - 1993/1996


Ancelmo Carlos Ramos dos Santos
(Vice de Tisêo) em 3 mandatos.


Ângela M. Tisêo Cleto
Vice na última legislatura)



Vereadores à Câmara Municipal de Alumínio
na 1ª Legislatura - 1993 - 1996
Diná I. Oliveira Silva, Geraldo Atleta de O. Campos,
Jaime Henrique Duarte, João Batista da Silva,
Paulo Simões, Osmir Faustino da Silva, Luiz Gonzaga Tisêo, 
Raimundo Azevedo Ferreira e Vitor Lippi


Luiz Gonzaga Tisêo
(O irmão Vereador em Mairinque
e Alumínio)


Murilo, o neto engajado na Política


Comissão Pró Emancipação de Alumínio


Fotomontagem com outros Vice-Prefeitos 
de Mairinque


Fotomontagem com vereadores de Alumínio
à C.M. Mairinque antes da emancipação de Alumínio


Sendo entrevistado por órgão da imprensa
regional (Jornal Cruzeiro do Sul)


Recepcionando o Governador Alckmin


Com as crianças na Creche Municipal


Na posse dos Vereadores em 01-01-2017


Tisêo na sua última administração
(2014/2017)



Prefeito Tisêo, Vice-prefeita Ângela e
Governador Geraldo Alckmin.



Inauguração do Centro Comunitário
do Bairro Itararé



Prefeitos da Região no DER, entre eles
Tisêo e Severino, 1º Prefeito de 
Alumínio r Araçariguama



Região da cidade de Alumínio onde 
se localiza a Prefeitura



Trevo de entrada da cidade de Alumínio



Vila Industrial, vendo-se parte do Estádio da
AAA e da CBA



Tisêo e a  Vice Ângela no último mandato
 (2013-2016)



Vídeo institucional da campanha 
de Tisêo em 2016



CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil. É detentor do título de Cidadão Aluminense, concedido pela Câmara Municipal do Município em 2014.
E-mail: prebwilson@hotmail.com